Dezenas de funcionários da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) pediram a saída do reitor da instituição, Rubem Becker, durante protesto que fizeram hoje diante da sede da Comunidade Evangélica Luterana São Paulo, em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre. A universidade não comentou a manifestação. O grupo responsabiliza o reitor pela situação da universidade, que tem um dívida fiscal estimada em R$ 2 bilhões, está com bens bloqueados pela Justiça e deixou de pagar os salários de fevereiro.
Desde terça-feira da semana passada, professores e funcionários estão em greve. A paralisação afetou também as atividades hospitalares da Ulbra. Em Canoas, setores do Hospital Universitário suspenderam os serviços. Em Porto Alegre, o Hospital Independência só mantém dois pacientes internados e não aceita novas baixas. Também na capital, o Hospital Luterano deixou de agendar consultas.
E em Tramandaí, no litoral, o Hospital Mário Totta, funciona melhor graças a aportes da prefeitura e do governo do Estado, mas, mesmo assim, não tem médicos para algumas áreas da emergência.

Fonte: Cruzeiro do Sul

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