Estado Islâmico leiloa mulheres cristãs como escravas sexuais

Noticias gospel – As informações da crueldade do Estado Islâmico (EI), causaram choque e preocupação em todo o mundo, mas se oferecer as mulheres, incluindo meninas, como escreva sexual, horroriza ainda mais a situação.

Eles invadiram cidades na Síria e no Iraque, matando os moradores e decapitando pessoas de outras religiões, como os cristãos que se recusam em se converter ao Islã. Mas o que não é amplamente conhecido é que os extremistas islâmicos têm um “mercado” de escravas e pisoteando assim sobre a dignidade da mulher, sem respeitar seus direitos como seres humanos.

De acordo com o site americano Daily Mail e o site noticias gospel Gospel Prime, os extremistas islâmicos se baseia para essa prática na Sura 4:24 do Alcorão, que é feita em tempo de guerra, uma vez que os combatentes do EI acreditam que por estar lutando não podem estar com muçulmanas, e é por isso que lhes permite leiloar entre eles as prisioneiras cristãs e yazidis, uma minoria religiosa no Curdistão.

Outros relatórios a este respeito, como a ONG Human Rights Watch, mostra depoimentos de mulheres que serviram como escravas, disseram que as meninas também são compradas e vendidas.

Estado Islâmico leiloa mulheres cristãs como escravas sexuaisEm uma das edições da revista Dabiq, uma publicação do Estado Islâmico, justifica o uso das mulheres “infiéis” como escravas sexuais. O artigo intitulado: “A recuperação da escravidão antes do tempo (Juízo Final)”, diz que o EI restabeleceu a escravidão em seu califado. Nos leilões, o preço varia. Quando a mulher é mais jovem, é mais cara.

“Devem lembrar-se que escravizar famílias de infiéis e transformar as suas mulheres em concubinas é um aspeto firmemente estabelecido pela charia ou lei islâmica”, garante o artigo, que tem como título” diz uma parte do artigo da revista Dabiq.

As mulheres que eles consideram bonitas e com olhos azuis ou verdes tem preços maiores. Um dos combatentes explica que “está escrito”, referindo-se ao Corão. De acordo com especialistas da Universidade de Oklahoma, o número de mulheres capturado por militantes pode chegar a 7000.

Portal Padom

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