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faltadefePesquisa mostra que 15% da população dos EUA não se reconhecem em nenhuma religião.

Vistos aos olhos do mundo como uma nação onde a religião exerce forte influência, os Estados Unidos têm presenciado, dentro de suas fronteiras, a um esfriamento da fé. É bem verdade que o processo ainda é residual, mas não deixa de chamar a atenção quando se sabe, por exemplo, que o número de americanos que se dizem agnósticos dobrou nas duas últimas décadas. Isso não é tudo: de acordo com o estudo American Religious Identification Survey, realizado junto a 54 mil adultos em 2008 pela Universidade Trinity College, de Connecticut, 76% dos entrevistados se disseram cristãos – contra 86% que fizeram a mesma afirmação em pesquisa semelhante, realizada em 1990.

Ao mesmo tempo, o sentimento religioso regride em termos totais, com 15% dos americanos afirmando não se reconhecer em “nenhuma religião”. E a relação entre evangélicos e católicos, as duas maiores confissões em número de fiéis do país, também mudou bastante. Os protestantes, que eram 60% da população dos EUA há 18 anos, agora são cinquenta e um por cento. Em contrapartida, o número de católicos passou de 46 milhões para 57 milhões no mesmo período. Segundo especialistas, o fenômeno deve-se à maciça entrada de latinos, majoritariamente católicos, no país nos últimos anos. “Durante o estudo anterior, já havíamos notado um aumento dos agnósticos”, diz Ariela Keysar, uma das autoras da pesquisa. “Agora, fica claro que o grupo dos que não se identificam com nenhuma religião é o único que aumentou em todas as regiões do país”, destaca.

(Fonte: AFP)

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