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O uso pecaminoso do nome de Deus em vão há tempos tem sido um problema. Uma proibição disso estava em terceiro lugar na lista de Dez Mandamentos na lei de Moisés (Êxodo 20:7). Violar isso era uma forma da blasfêmia. No Novo Testamento nos é mandado que nos despojemos, entre outrascoisas, da “linguagem obscena do vosso falar” (Colossenses 3:8). Mesmo sem estes avisos as pessoas que reconhecem o nome de Deus como “Santo e tremendo” (Salmo 111:9) não usarão seu nome de forma solta, ou como palavra sem sentido.
Uma das frases mais comuns ouvidas hoje é “Oh, meu Deus!”. Isso não se ouve de pessoas que O chamam genuinamente emoração ou louvor, mas numa expressão de surpresa ou incredulidade. Quase todos os programas de televisão usam esta frase frequentemente.
Fico feliz em dizer que não tenho reparado esta frase sendo utilizada da mesma maneira por cristãos. Vamos manter assim. Certamente, há uma maneira correta de usar as mesmas palavras. É utilizada muitas vezes na Bíblia, na maioria das vezes nos Salmos, como no louvor de Davi: “Deus meu, em ti confio…” (Salmos 25:2).

–por Al Diestelkamp

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