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Fãs da banda Oficina G3 de todo o Brasil criticam decisão de pastores evangélicos de Goianésia por meio do “Cidade em Debate”, fórum de debates do Jornal Correio Goiano. Entrevistado pelo jornalista Diego Vieira, Gilson Arantes, coordenador do
movimento de jovens da Igreja Assembléia de Deus falou ao nosso jornalismo e afirmou
serem verídicos os comentários surgidos dentro da sociedade sobre o pedido do pastor
José da Silva para que os fiéis não fossem ao show da banda de rock/gospel Desde o início dessa madrugada desta quinta-feira, o Jornal Correio Goiano – Online vem registrando participações de pessoas que se identificam como moradores de
outras regiões do Brasil, fora do Estado de Goiás que estão deixando comentários no
espaço onde demonstram insatisfação com a decisão de alguns pastores de Goianésia
que pediram ao Sindicato Rural de Goianésia que é o organizador da Festa de Exposição
Agropecuária para cancelar o show da banda evangélica Oficina G3. Alguns criticam os pastores usando trechos do livro Sagrado [Bíblia], outros, usando de suas próprias palavras demonstram sua insatisfação com o fato. O que fica
evidente nas mensagens é que o que mais choca os internautas é o fato de essa grande
parcela de pastores de Goianésia optar pela não realização do show da banda durante a
Festa Agropecuária que reúne durante todos os dias cerca de cem mil pessoas por
acreditar que os músicos que tem tatuagens no corpo e usam brincos, pulseiras e
roupas nada convencionais para algumas igrejas da cidade e o estilo musical da banda possam influenciar de forma negativa os jovens fiéis. Entrevistado pelo Jornal Correio Goiano na tarde dessa quarta-feira, 25, o coordenador da Mocidade da Igreja Assembléia de Deus esclareceu que “o cancelamento do show não é uma decisão única da Assembléia de Deus – Ministério Goianésia, mas uma união com o COMEG – Conselho dos Ministros do Evangelho de Goianésia”. Segundo Gilson Arantes, “o fato de ter cancelado o show não é de cancelar um show gospel e sim como o da Oficina G3. O motivo é que acreditamos que a filosofia
musical transmitida no palco ou presença de palco não condizia com a realidade dos
evangélicos de Goianésia e nós como líderes, junto com o COMEG trabalhamos a ideia de
cancelar e vindo outro show nesse período ”, esclareceu o líder do movimento jovem da Igreja Assembléia de Deus – Ministério Goianésia que reúne em média cinco mil membros em suas igrejas. Durante a entrevista Gilson Arantes ainda disse que o Ministério Goianésia e COMEG já tem outros nomes e quando eles pensaram no cancelamento do show eles já
conseguiram junto ao Governo de Goianésia outro show no mês de setembro para a
comunidade evangélica. Gilson negou que exista desunião entre os evangélicos, mas
afirmou que houve falta de comunicação entre eles e os organizadores do evento os
quais ele afirmou que não os procurou a tempo, alegando ainda que por motivos de
agenda o Presidente do Sindicato Rural não conseguiu atender-lhes para conseguir outro show. Outra afirmação feita por Gilson é de que o pastor José da Silva – pastor-presidente da Igreja Assembléia de Deus – Ministério Goianésia pediu recentemente durante culto que se o show a ser realizado na Pecuária fosse realmente da banda Oficina G3 que os
fiéis não fossem ao evento. Gilson justificou: “Todos nós temos líderes sobre nossas vidas; assim como somos líderes da juventude, sobre nossa vida tem o pastor-
presidente, José da Silva; estou falando em nome do Ministério Goianésia, deixo isso bem
claro; e nosso pastor presidente por entender que não era o ideal para nossa juventude,
que não era ideal para os evangélicos, então, o pastor José Silva sim, pediu em público
que se fosse essa banda [Oficina G3] e não sugerido outro nome que os evangélicos
congregados no Ministério Goianésia não fossem a esse evento, porque não condiz com os anseios dos evangélicos, principalmente do Ministério Goianésia”, esclareceu e finalizou.
Correio Goiano / Portal Padom

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