Jogadores orando após partida
Jogadores orando após a partida de futebol, demonstra um ato de fé que despertou a revolta de grupo ateu americano.
Jogadores orando após partida
Jogadores orando após a partida de futebol, demonstra um ato de fé que despertou a revolta de grupo ateu americano.

Um time de Futebol Americano da Lahser High School teve que banir uma tradição que durava a mais de uma década, a de orar após as partidas.

A diretoria da escola se sentiu obrigada em tomar essa decisão após uma reclamação da entidade ateísta American Civil Libeties Union (ACLU), que inicialmente alegava que Dan Loria, treinador da equipe, estaria liderando os jovens na oração, mas após investigações a escola descobriu que Dan apenas participava com os atletas.

Para evitar problemas com o grupo ateu, a escola resolveu mesmo assim, manter a decisão de impedir as orações, devido uma suposta violação à Cláusula de Estabelecimento e Liberdade Religiosa da Primeira Emenda da Constituição Federal dos Estados Unidos.

Em uma declaração, Dan Loria, disse que “Quando se trata de disciplina, o que você permitir, é incentivar. Por eu estar presente, eu estava encorajando-os. Isso aconteceu por minha causa e eu tive que acordar”.

ACLU, dizia em sua carta que a oração poderia alienar os alunos que não desejasse participar ou que faziam parte de uma religião diferente. A decisão tomada pela diretoria da escola, foi criticada por comentaristas esportivos, que lamentaram o fim de uma tradição que durava a 11 anos.

Em uma entrevista a FOX News, o padre Jonathan Morris, lamentou dizendo que “A escola não deve estabelecer que, após o jogo agora é o momento para que todos devam orar. Mas os treinadores de futebol ou estudantes podem ter liberdade de fazer uma prece depois de um jogo de futebol pela escola? Claro”.

A decisão de banir as orações, trouxe descontentamento entre os alunos do colégio, o estudante Blaine Stannard, criticou a proibição dizendo que: “Os rituais são uma parte importante do jogo e ajudam a ficar focado e preparado para render o seu melhor”

No ano passado, o Supremo Tribunal Federal Americano, proibiu a prática de orações nas escolas públicas, no entanto uma pesquisa realizada pela Pew Research Center, 57% dos norte-americanos se posicionaram contra a decisão.

Portal Padom

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