O presidente da Corte Islâmica, em Gaza, Hassan al-Joujou, membro do Hamas, lançou um alarme contra o proselitismo cristão na Cisjordânia.
Segundo o jornal saudita “Asharq Al-Awsat”, as acusações do membro do Hamas se referem aos membros da seita “Testemunhas de Jeová” presentes na Cisjordânia.O jornal afirma que várias pessoas informaram sobre alguns membros da seita, que batem à portas das casas, entram nas lojas e nos lugares públicos para fazer suas pregações, convidando as pessoas a seguirem cursos gratuitos sobre a Bíblia. O diário diz ainda, que as acusações podem prejudicar as relações existentes entre muçulmanos e a minoria cristã na Cisjordânia, onde a sociedade é marcada por fortes divisões.
Uma resposta imediata foi dada pelo juiz supremo dos Tribunais Islâmicos palestinos, Taysir Al-Tamimi: ele declarou não existir nenhum proselitismo cristão nos Territórios Palestinos. Verifica-se uma diminuição no número de cristãos, por causa da imigração – “fenômeno que nos preocupa, pois causa a redução da população árabe na Palestina” ressaltou ele.
Outro juiz muçulmano afirmou que “os Testemunhas de Jeová não são cristãos. Aliás, eles são hostilizados por todas as confissões cristas” – afirmou.
O artigo do jornal “Asharq Al-Awsat” recordou que as Igrejas nos Territórios Palestinos iniciaram uma campanha para informar os fiéis sobre tal seita.

RV/www.padom.com

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