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Prefeita diz que conselheiro do TCE teria cobrado propina
A prefeita de São Gonçalo, no rio de Janeiro, Aparecida Panisset (PDT), disse nessa quinta-feira na Assembleia Legislativa (Alerj) que investiga supostas irregularidades de membros pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que, em 2007, “recebeu informações” de que se não pagasse R$ 500 mil ao órgão, suas contas referentes a 2006 seriam reprovadas. Ela afirmou que recebeu recado sobre a exigência, mas não revelou nomes. “Em dezembro de 2007 falei para 14 vereadores que informações da rádio-corredor da prefeitura davam conta de que se não desse R$ 500 mil, minhas contas seriam reprovadas, como foram”, afirmou Panisset, se dizendo “perseguida” pelo TCE. “Em relação às contas de 2006, fui ao TCE acompanhar a votação e me disseram que o conselheiro (José) Graciosa, quando não tinha problema (nas contas), ele punha (problemas)”, contou Panisset. Questionada se Graciosa seria seu perseguidor, respondeu: “os fatos comprovam”.
Em 12 de dezembro de 2007, a prefeita, evangélica, disse ter recebido “uma mensagem de Deus”. “Abri a Bíblia no capítulo 52, versículo 3 de Isaias: ‘por nada fostes vendido; também sem dinheiro sereis resgatado’. Era um sinal. Mesmo se tivesse dinheiro, não pagaria”, garantiu ela, conforme antecipou ontem o jo0rnal O Dia.
O presidente do TCE, José Nolasco, repudiou as acusações e disse que vai exigir que a prefeita revele os nomes dos envolvidos, “nem que seja preciso mover uma ação judicial”.
“É a primeira vez que um chefe do Executivo admite que se sente perseguida pelo TCE”, afirmou Cidinha Campos (PDT), presidente da CPI. A Polícia Federal investiga denúncia de fraude no TCE para a aprovação de contas.

Terra/Padom

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