Peter and Hazelmary Bull, vítimas da intolerância gayzista

O casal inglês, Peter and Hazelmary Bull, vivem (pelo menos) desde 1986 num casarão grande sobranceiro ao mar da Cornualha, e dado que dispunham de muito espaço na casa, resolvem transformá-la numa estalagem. Desde a abertura do seu negócio (1986), o casal Bull adoptou a política de não permitir que casais (homem e mulher) que não fossem legalmente casados e disso não fizessem prova documental, pudessem pernoitar na sua estalagem que era, simultaneamente, a casa de habitação do casal e dos seus filhos.A razão que assiste o casal Bull, na sua política de negócio, é evidente: ninguém gosta de transformar a sua casa de habitação, onde vive toda a família, num bordel. Solicitando o comprovativo de casamento dos casais aquando da admissão de pernoita na sua estalagem, o casal Bull pensava (correctamente) estar a garantir a moralidade e os bons costumes dentro de sua própria casa.
Entretanto, o tempo passou e a Inglaterra aprovou a união-de-facto gay, mas a política comercial do casal Bull não mudou, ou seja, continuou a solicitar os comprovativos de casamento. Recentemente, uma dupla de gays solicitou pernoita na estalagem dos Bull, e naturalmente que essa pernoita foi recusada. Em consequência da recusa de check-in, a dupla de gays resolveu processar judicialmente o casal Bull por discriminação, pedindo uma indemnização de cerca de 5.000 Euros.
Esta história ilustra, de uma forma eloquente, o extraordinário perigo que a nossa sociedade corre quando aliena alguns valores fundamentais herdados por via da tradição. Desde logo, verificamos que o radicalismo gayzista não tem limites e não hesita em colocar em causa os valores da liberdade e da democracia. Estas conclusões são óbvias e evidentes. O gayzismo não olha a meios para atingir os seus fins, e esses fins são a total dissolução ético/moral/cultural da sociedade. O movimento político gayzista não respeita nada nem ninguém. Em linguagem que todos entendam: os gayzistas querem transformar toda sociedade num bordel em continuum.
O movimento gayzista serve-se do conceito de “intolerância” para impôr, na nossa cultura e de uma forma gradativa, a sua intolerância — e aqui está o grande perigo: a assunção de que a intolerância gayzista é boa, e que a intolerância daqueles que não concordam com a cultura gay é má (o conceito de “tolerância repressiva”, dos marxistas Adorno e Marcuse). Os grandes culpados da actual situação são os intelectuais do Ocidente, em geral, dos últimos 200 anos, com especial agravamento da fraude intelectual a partir da década de 60 do século passado.

Fonte: Espectivas / Portal Padom

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