Durante um culto em uma igreja predominante de negros,a  La Greater Friendship Missionary Baptist Church, em  Indianapolis, EUA, o renomado teólogo evangélico John Piper admitiu que mesmo sendo cristão era racista.

“Era ‘racistas até o âmago” sendo cristão nascido de novo, ao mesmo tempo. Porém por sorte, ele diz: “Deus teve misericórdia deste adolescente racista gradualmente acordou para uma coisa maravilhosa – isto é, diversidade racial e arrependimento como uma forma permanente de vida.”

O pastor se dirigiu ao público diversificado, ao falar sobre seu último livro, Bloodlines: “Race, Cross, and the Christian, (Linhagens Sanguíneas, Raça, Cruz e o Cristão), que define o racismo sendo como: O coração que acredita que uma raça é mais valiosa do que o outro é um coração pecaminoso.

Enquanto Piper percorreu um longo caminho desde os seus anos como sendo essencialmente supremacista branco, deixou claro que ele não estava lá para ficar como exemplo para os outros. Porém só queria transmitir a gravidade da questão

Piper cresceu em Greenville, South Carolina, onde a segregação racial foi imposta. Juntamente com fontes de água separadas, escolas e assentos de ônibus e igrejas que excluía os negros. Sua igreja em 1962, votaram para não permitir que os negros participassem das reuniões.

Ele escreve em seu livro que ele era “claramente racista” durante esses anos. No entanto, Deus começou a plantar “sementes de libertação” em seu coração. Essas sementes foram plantadas durante seu último ano na faculdade. Ele ouviu o diretor geral da Sociedade Missionária Batista Conservadora de Relações Exteriores, responder  uma pergunta de um estudante sobre a possibilidade de que se sua filha se casasse com um paquistanês, enquanto ele estava no campo missionário.

Sua resposta foi algo como: “Melhor um cristão paquistanês que um ateu americano branco” Piper disse.

Além disso, durante seus anos de seminário, Piper foi confrontado com as leituras sobre o preconceito racial, detalhando os crimes de ódio contra os negros.

Essas sementes têm ajudado a ele, como ele diz, “acordar [seu] estupor.” Ele se arrependeu e aumentou seu ódio contra o racismo. No entanto, ele ressaltou que ainda não acabou. É um processo que está continuamente tentando dar os frutos das sementes que Deus plantou.

Piper com 65 anos, atualmente serve como pastor sênior na Igreja Batista Bethlehem, em Minneapolis. Sua igreja cresceu em diversidade e amor, sendo uma igreja modelo, disse ele.

Piper há 15 anos adotou uma filha negra e foi elogiado pelos afro-americanos na quinta-feira por sua coragem em abordar um assunto tão controverso. Piper disse à platéia que ele escreveu este novo livro, devido a algumas convicções profundas do que a Bíblia diz sobre este assunto – um problema que muitas pessoas optam por evitar – e seu desejo para o que ele quer que aconteça.

“Há muitos indicadores na Bíblia sobre retidão, bondade, beleza, justiça, a preciosidade da harmonia racial e diversidade”, disse Piper.

John Piper é um teólogo renomado e autor de “O que Jesus exige do Mundo”, “O sorriso escondido de Deus”, “Fome de Deus” e “A Paixão de Cristo”, entre outros

Fonte: Portal Padom

Com Informações acontecercristiano

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