Um pastor queniano esfaqueou sua esposa durante um culto na igreja e depois cortou a garganta em um suicídio testemunhado pela congregação chocada, informou a polícia local à CNN na segunda-feira.

No domingo, 5, Elijah Misiko, pastor assistente da Igreja do Evangelho de Deus em Mombaça, deixou seu assento na primeira fila e se aproximou de sua esposa, a pastora Ann Mughoi, no púlpito e a esfaqueou com uma das facas que ele havia escondido em um envelope, disseram a polícia testemunhas oculares.

“Ele caminhou até a esposa enquanto a igreja estava orando como se quisesse sussurrar algo para ela”, disse o comandante da polícia de Mombaça, Julius Kiragu. “Então ele pegou uma das facas e a esfaqueou duas vezes. Ele acreditava que ela estava morta. Então em seguida ele se esfaqueou três vezes no estômago e cortou a garganta.”

Misiko morreu instantaneamente devido às facadas e Mughoi morreu em um hospital local algumas horas depois, disse a polícia.

Kiragu disse à CNN que o casal estava envolvido em uma longa disputa sobre a propriedade e a liderança da igreja.

Em 2017, Misiko foi detido pela polícia em Mombasa depois que sua esposa alegou que ele planejava matá-la, disse Kiragu.

Misiko foi libertado no dia seguinte depois que a polícia disse que achou as acusações falsas, disse Kiragu. O casal, que tinha quatro filhos, vivia separado desde o início da disputa, dois anos atrás, informou a polícia.

“Ela estava tentando ficar longe do marido desde o início da disputa pela propriedade da igreja”, disse Kiragu à CNN. “Eles até relataram o assunto aos líderes da igreja, mas não conseguiram resolver a disputa”.

Misiko deixou uma nota de suicídio de 17 páginas na qual ele acusou Mughoi de mudar a propriedade da igreja, que ele disse que o casal fundou, apenas para o nome dela, disse a polícia.

Deixe sua opinião

WhatsApp
Entre e receba as notícias e artigos do dia