Pastor enfrenta a morte, para pregar o evangelho aonde é proibido
Pastor enfrenta a morte, para pregar o evangelho aonde é proibido

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O pastor Thomas Chikooma, residente na cidade de Pallisa, em Uganda, foi brutalmente assassinado no leste de Uganda horas depois de participar de um debate público com muçulmanos sobre o cristianismo e o islamismo.

Os acontecimentos ocorreram enquanto o pastor defendia o cristianismo durante o debate usando a Bíblia e o Alcorão, os muçulmanos irados começaram a gritar slogans islâmicos: “Allah Akbar”, forçando-o a fugir do local com seu filho.

“Duas motocicletas carregando dois muçulmanos cada e vestidos com trajes islâmicos rapidamente nos ultrapassaram”, relatou seu filho mais novo.

De acordo com o filho do pastor, as duas motocicletas os pararam no cruzamento em frente à escola primária de Nalufenya e a estrada perto da casa do pastor. O pastor se aproximou da multidão muçulmana e começou a falar com eles, disse seu filho.

“Uma comoção começou imediatamente quando os homens começaram a falar sobre o debate ao ar livre, e logo um deles deu um tapa no meu pai”, disse ele. “Fiquei com medo e fugi pela nossa plantação de iúca e voltei para casa.”

A esposa do pastor Chikooma, Jessica Naikomba, voltou para casa uma hora depois e eles voltaram para o lugar com alguns vizinhos, mas não encontraram ninguém, de acordo com o Christian Headlines.

“Ao continuarmos nossa busca, encontramos meu marido em uma poça de sangue, decapitado e sem língua”, lembrou Naikomba.

Logo, a polícia de Pallisa chegou ao local e levou o corpo para um hospital em Pallisa para um exame post-mortem. A polícia de Uganda agora está investigando o crime brutal.

A família e os seguidores do pastor estão profundamente chocados ao lamentar a perda do pastor Thomas Chikooma, que plantou 50 igrejas no leste de Uganda.

O pastor Chikooma era um evangelista conhecido que liderava a Igreja de St. Martin na vila de Ngalwe.

O pastor teria convertido 14 pessoas, incluindo seis muçulmanos, ao cristianismo, um ato que irritou os muçulmanos na aldeia.

“A família precisa de orações, apoio financeiro e aconselhamento para traumas neste momento difícil”, disse o bispo Akora.

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