Desde que surgiu a pandemia do COVID-19, lugares públicos em todo o mundo foram fechados para evitar mais casos de infecções pelo coronavírus. No entanto, recentemente devido a redução de infectados em vários países, os governos decidiram que shoppings, cafés ou restaurantes abram suas portas em conformidade com os protocolos de segurança.

No entanto, as igrejas em Honduras como também em vários locais do Brasil, ainda não têm autorização para receber os seus fiéis. Diante disso, um pastor evangélico daquele país, identificado como Mario Tomás Barahona, concedeu uma entrevista à Rádio HRN, na qual classificou a Organização Mundial de Saúde (OMS) como “ateísta” e que vai contra Deus por não permitir o início das atividades dos cultos religiosos.

Da mesma forma, afirmou que os estabelecimentos “não contaminam as pessoas” e indicou que os cidadãos são os que mais causam isso, ignorando as “medidas de biossegurança”. “Por trás disso, há jogo sombrio ao fechar as igrejas“, disse ele.

Por sua vez, ele garantiu que “as pessoas não pegam o coronavírus nas igrejas, mas nas ruas, pois os templos cristãos são responsáveis ??e as medidas de biossegurança são usadas”.

Um ser humano é corpo, alma e espírito, não dá alimento ao corpo que enfraquece. O vírus é uma força infernal demoníaca que está atacando o ser humano”, afirmou ele ao programa La Chicharra, transmitido pela mídia hondurenha mencionada acima.

Além disso, os religiosos consideraram “diabólico” fechar as igrejas. Pelo contrário, ele acredita que durante esse período difícil em seu país seria ideal abri-los para os cidadãos.

Dadas as diferentes situações que estão ocorrendo no país devido à violência e à crise devido à pandemia, é diabólico ter igrejas em Honduras e no mundo fechado… Como filhos de Deus, precisamos ter cuidado. Honduras deve se voltar para Deus, ter fé e frequentar as igrejas”, concluiu.

O que é o COVID-19?

Segundo a Organização Mundial da Saúde ( OMS ), o COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo coronavírus que foi recentemente descoberta. O novo vírus era desconhecido até antes do surto em Wuhan , China, em dezembro de 2019.

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