JUNTE-SE AO NOSSO GRUPO no Telegram ou WhatsApp. Oferecemos o que há de mais relevante em notícias e conteúdo cristão 🤗

Reflita neste Natal: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” – João 10:10 ARA

O que o Natal não pode fazer

À medida que a época do Natal chega, vemos inúmeros comerciais de coisas que devemos comprar.

A promessa implícita é que se você der isso ou receber aquilo, então você será feliz. Certamente, há uma onda de emoção em receber um presente muito especial. Mas, na maioria das vezes, você provavelmente não consegue se lembrar do que ganhou no Natal do ano passado, embora tenha parecido tão importante na época.

Isso me lembra do marido e da esposa que foram às compras de Natal no shopping. O marido se afastou, então sua esposa o chamou e perguntou onde ele estava.

“Lembra daquela joalheria que visitamos há 10 anos?” perguntou o marido. “Você viu aquele lindo colar de diamantes e eu disse que não poderia comprá-lo na época, mas um dia, quando tivesse um pouco mais de dinheiro, eu o compraria para você.”

“Sim, eu me lembro”, disse sua esposa, tentando recuperar o fôlego.

“Bem, estou na loja de donuts (doce americano) ao lado.”

O Natal, pelo menos comercialmente, não pode cumprir a promessa, os padrões que estabelecemos em nossas mentes. Na melhor das hipóteses, o Natal é uma promessa de coisas maiores por vir. No entanto, não é o Natal que nos dará vida; é Cristo.

Jesus disse: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” – João 10:10 AR

Descobri que os melhores momentos do Natal não são aqueles que nos deixam empolgados. Em vez disso, são aqueles momentos intermediários. Como os momentos que passamos com a família – não apenas nossas famílias reais de carne e osso, mas também a família de Deus.

Então, desacelere nesta temporada. Aproveite e aceite. Jesus nasceu em Belém para trazer a vida em toda a sua plenitude.

por: Pastor Greg Laurie

traduzido e adaptado por: Pb. Thiago D. F. de Lima

Deixe sua opinião