Esse é um ditado popular, baseado na natureza do porco, um animal quadrúpede, da classe dos suínos, que é criado normalmente nos chiqueiros, lugar de confinamento onde eles ficam para tudo. Lá eles se alimentam, fazem suas necessidades biológicas e até se banham quando existe um lugar para isso. A natureza é um aspecto a ser estudado profundamente, pois define as características naturais de cada coisa.

O porco pode ser domesticado, pode ser tratado de forma especial, mas, se for colocado em liberdade, voltará ao seu ambiente natural, ou seja, a lama do chiqueiro.

A natureza humana, após a queda do pecado, também se define da mesma forma.

O ser humano pode ser doutrinado com bons ensinamentos, pode ser tratado com distinção e respeito, porém em sua natureza pecaminosa, sempre tenderá a prática do mal.

O Apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, capítulo 7, versículo 19, nos diz: “pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico”.

Assim, o ser humano sem a direção contínua de Deus em sua vida, através da ação do Espírito Santo, estará a mercê de todas as tentações de Satanás.

É extremamente importante se submeter à vontade de Deus para tudo.

Em determinada situação na história bíblica, Deus testou o homem, lhe dando o livre arbítrio, que nada mais é que a liberdade de escolher o seu próprio destino.

Até então o homem estava sob a vontade de seu Criador. O seu Criador lhe dava de tudo. Lhe guardava e protegia. Nada lhe faltava. Entretanto, chegou o momento em que Deus lhe deu a liberdade de escolha. E infelizmente acabou escolhendo mal.

Essa situação nos leva a entender que, o homem na verdade não precisa de liberdade e sim da presença de Deus em sua vida. A primeira impressão era de liberdade ao poder escolher sem a interferência de Deus, mas acabou se mostrando totalmente incapaz de escolher sozinho.

A moral da história é que, o homem sem a direção de Deus, é como o porco que volta para a lama.

Comunidade Cristã S.O.S. Família / Portal Padom

Deixe sua opinião