Como crer, tendo filhos que escolheram a prostituição, as drogas, os vícios do sexo, adultério, divórcio e se recusam a mudar de vida, por mais que a aconselhemos?

Como ter esperança, tendo um corpo doente, regado a remédios caros e incompetentes ou a cirurgias e hospitalizações recorrentes?

Como conjugar a confiança, tendo um pai que alterna embriaguez, autoritarismo e truculência, que experimentamos na pele e na alma?

Como amar o próximo, tendo em nossa casa um parente moralmente enfermo, provocando amarguras, divisões e contendas como uma forma de prazer?

O que fazemos nestas situações? Como vivemos nestas circunstâncias fora de nosso controle? Depende de como cremos.

Se cremos que Deus pode mudar o imudável, continuamos crendo, como Jó, sem desistir de orar por nossos filhos. A persistência na oração não depende de sinais de mudança.

Se cremos que Deus nos é suficiente, seguimos com o nosso corpo: ele nos limita, mas não nos impede de viver. A vida é mais que o corpo. A graça é mais que a vida.

Se cremos que Deus cuida de nós, honramos nosso pai, nossa verdadeira esposa, nossos filhos, nossos irmãos, como um mandamento, mesmo que nos soe irracional, certos de que seremos honrados por Deus em nossa obediência, mesmo que não a vejamos.

Se cremos que Deus está certo em nos instruir a amar, pomos nossa força no amor ao outro, porque se não amamos o outro não somos capazes de amar a Deus e a nós mesmos.

Se cremos que Deus está certo em nos sustentar, provaremos da sua “boa, agradável e perfeita vontade” para todas áreas da nossa vida.

Enviado por email: Aline R.Thomas

Portal Padom

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