Benigna LeguizamónASSUNÇÃO – Benigna Leguizamón, de 27 anos, a segunda mulher que afirmou ter um filho do presidente paraguaio, Fernando Lugo, disse hoje que foi estuprada pelo ex-bispo.

A mulher, que vive em Ciudad del Este e tem origem pobre, relatou que se aproximou de Lugo quando tinha 17 anos.

À época, o mandatário era bispo no departamento (estado) de San Pedro, norte do país, e Leguizamón o procurou para pedir ajuda. Ela criava então seu primeiro filho, que também teria como pai um padre.Em declarações à Radio Magnificat, de Ciudad del Este, Leguizamón afirmou que um dia foi trancada em um quarto por Lugo , que em seguida a estuprou. “Ele me obrigou, fez à força, me estuprou”, disse.

Na semana passada, Lugo garantiu à imprensa paraguaia que não é pai do filho da jovem. A Justiça de Ciudad del Este, porém, ordenou que o presidente faça um teste de DNA para comprovar ou descartar a paternidade. O procedimento deve ocorrer nesta quinta-feira.

Seu advogado, porém, Marcos Fariña, exige que o mandatário realize o exame na sede do governo, em Assunção.

“Eu o havia perdoado e dito que não contaria essa parte tão feia, mas agora estou muito incomodada com ele, e por isso conto”, declarou Leguizamón. Ela ainda qualificou o presidente como um “pai irresponsável e abusador de garotas pobres”.

Além de Benigna Leguizamón, outras duas mulheres afirmaram ter um filho de Lugo. Ele já reconheceu oficialmente a paternidade de Guillermo Armindo, fruto de uma relação mantida com Viviana Carrillo, de 26 anos.

JB ONLINE/padom.com

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