Muçulmanos tentam decapitar criança por ter urinado sobre o Alcorão

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Foto: Ilustrativa
Foto: Ilustrativa

Um menino muçulmano e um menino cristão se encontraram nos arredores de Dar es Salaam, capital da Tanzânia. O menino muçulmano se gabava dizendo que se alguém urinasse sobre o Alcorão, essa pessoa se tornaria em uma serpente, um cão ou um rato. “O menino cristão por curiosidade e sem dar-lhe um segundo ao pensamento, urinou sobre o Alcorão”, disse o bispo Fabian Obeid, Presidente da Associação de Pastores em Zanzibar.

Quando o menino muçulmano disse a seus pais o que havia acontecido, eles ficaram horrorizados e decidiram enfrentar os pais do menino cristão. Depois de descobrir que os pais dele não estavam em casa, resolveram relatar o incidente em uma mesquita próxima, levando as coisas ficaram fora de controle.

Dias depois, uma multidão de jovens muçulmanos se reuniram na mesquita após resolverem castigar o menino  cristão por profanar o livro sagrado muçulmano o Alcorão. A polícia foi alertada para a situação e o menino cristão foi preso para ser protegido.

Descontente os muçulmanos, foram até a delegacia e exigiram das autoridades que lhe entregassem a criança para que pudesse ser castigada pelo seu ato de blasfêmia. Sendo que o castigo apropriado por profanar o Alcorão em caso como estes segundo os ultraconservadores que interpretem a lei islâmica, é que o profanador seja decapitado.

Quando a polícia se recusou a liberar a criança, a multidão ficou revoltada mais ainda, por seus planos forem frustrados, no entanto, a resolveram direcionar sua raiva contra as igrejas e outros cristãos da região.

Como resultado disso, os muçulmanos queimaram cinco igrejas, incluindo a Igreja do Sete Dias, a Igreja Anglicana e a Assembleia de Deus. Outras propriedades que pertencem aos cristãos na região foram destruídas, incluindo um veiculo que pertence ao pastor da Igreja Anglicana.

À medida que os manifestantes muçulmanos se revoltavam, eles derrubaram uma Igreja Assembleia de Deus na Tanzânia, e nos dias seguintes continuaram oprimindo os cristãos destruindo suas propriedades em todo o país, e ameaçando a vida dos lideres cristãos.

Lamentavelmente, estes não são os únicos ataques que os cristãos e seus lugares de cultos vem sofrendo por meio de extremistas muçulmanos na Tanzânia. A partir do mês de maio, 25 igrejas e conventos foram destruídas, sendo que a violência se da em maior proporção em Zanzibar, onde a maioria da população é muçulmana e que 99% se dizem abertamente se hostil contra os cristãos. – Charisma News

Portal Padom

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