Ministra de Dilma, diz que cumprirá o Plano Nacional dos Direitos Humanos (PNDH)

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Mais uma das nove mulheres da alta cúpula do governo Dilma Rousseff acaba de tomar posse. A petista Maria do Rosário assumiu a Secretaria dos Direitos Humanos na manhã desta segunda-feira, substituindo Paulo Vannuchi.
Em seu discurso de cerca de 40 minutos, ela prometeu cumprir as metas do PNDH 3 (Plano Nacional dos Direitos Humanos), que provocou polêmica entre setores da Igreja e das Forças Armadas.
Maria do Rosário fez um apelo para que o Congresso analise outra proposta polêmica, encaminhada pelo governo Lula. Pediu que os congressistas aprovem a criação da Comissão da Verdade, que ofereceria a versão oficial sobre os mortos e desaparecidos.
“O Estado brasileiro tem que resgatar sua dignidade em relação aos mortos e desaparecidos na ditadura”, afirmou. “Como disse a presidente Dilma, não se trata de revanchismo”, completou, mais adiante.
Diante da plateia em que estava o ministro Nelson Jobim (Defesa), ela afirmou que as Forças Armadas são “parte da consolidação da democracia”. “Certamente entre as Forças Armadas existe também o desejo de que tenhamos juntos esse processo constituído”, disse.
Jobim e Paulo Vannuchi tiveram entreveros antes e após o lançamento do PNDH 3, que fazia citações à ditadura militar e também tratava da Comissão da Verdade.
Maria do Rosário disse ainda que o país precisa seguir no processo de reconhecimento das violações de Estado contra os direitos humanos no período do regime militar.
“Passados quase 50 anos do início do período de exceção no Brasil, é mais do que chegada a hora de agirmos com objetividade. Devemos enfrentar essas questões para uma consciente virada de página”, declarou.
A ministra fez um segundo apelo ao Congresso pela aprovação da PEC (proposta de emenda constitucional) do Trabalho Escravo, que prevê a expropriação e a destinação para reforma agrária de todas as terras onde essa prática seja encontrada.
Maria do Rosário também prometeu combater a homofobia e a violência contra crianças e adolescentes, tema que trabalhou em todos os seus mandatos na Câmara dos Deputados.

BIOGRAFIA
Nascida em Veranópolis (RS), Maria do Rosário, 44, é pedagoga e mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi vereadora duas vezes e também deputada estadual. Foi reeleita duas vezes para a Câmara dos Deputados, onde participou da Comissão de Mortos e Desaparecidos e também presidiu a Comissão de Educação e Cultura.
Estiveram presentes na cerimônia os ministros Fernando Haddad (Educação), Nelson Jobim (Defesa), José Eduardo Cardozo (Justiça), Luiza Bairros (Igualdade Racial) e Luís Inácio Adams (AGU), além de diversos deputados petistas.

Fonte: Folha Online

De acordo com a reportagem da Folha, Rosário também quer a criação da “Comissão da Verdade”, para esclarecer violações de direitos humanos durante o governo militar. Não, não, a intenção não é esclarecer o que Dilma e seus companheiros comunistas faziam com suas armas e como eles violavam os direitos humanos da população. O propósito é puramente demonizar policiais e militares que ousaram confrontar “inocentes” comunistas armados de bombas e metralhadoras.
Meu amigo Pr. Alberto Thieme, que era militar evangélico na época do regime militar, presenciou terríveis violências e assassinatos feitos por comunistas amigos de Dilma. Ele veio a se tornar pastor e a fundar dois orfanatos. Homens como ele, que têm um currículo genuíno de defesa das crianças, merecem respeito.
Mas é triste ver que Dilma — que quando candidata presidencial foi obrigada a disfarçar suas intenções sobre o PNDH-3, aborto, homossexualismo e terrorismo comunista para não perder as eleições — agora tem um governo que quer criminalizar bebês em gestação, igrejas que condenam o pecado homossexual e pastores que, como militares, trabalharam muito contra a ameaça comunista armada.
A verdade pura e simples é que se o Brasil tivesse real justiça, uma Comissão da Verdade daria para Dilma e todos os seus companheiros subversivos e criminosos tudo o que eles merecem, e honraria homens como o Pr. Alberto Thieme.
– JúlioSevero.com

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