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Cerca de 20.000 palestinos realizaram atos violentos na Faixa de Gaza e tentaram invadir a fronteira israelense a pé nesta sexta-feira (30). Sete deles acabaram mortos pelo exército israelense, e há mais de 500 feridos, de acordo com médicos palestinos.

O ato é o primeiro dia de protestos da chamada “Marcha de Retorno” convocada pelo Hamas, grupo terrorista que comanda a Faixa de Gaza. Eles montaram tendas ao longo da fronteira.

As Forças de Defesa de Israel afirmaram que “os manifestantes estão atirando pneus queimados, bombas caseiras e pedras na barreira de segurança e os soldados das Forças Armadas estão reagindo com meios de dispersão de revoltas e disparando contra os principais instigadores“.

O Exército israelense disse que os organizadores dos protestos estavam deliberadamente tentando colocar civis em perigo, usando mulheres com crianças para formar uma “barreira protetora”. Há imagens de uma menina de sete anos enviada por seus pais para atravessar a cerca de segurança em uma aparente tentativa de atrair o fogo israelense, mas ela não ficou ferida.


O canal de notícias do Canal 10 de Israel informou que alguns palestinos tentaram colocar explosivos na cerca da fronteira com Gaza e foram espancados pelo exército.

Na quarta-feira (28), três palestinos foram presos após furar a cerca e invadir o território israelense carregando granadas. Desde a semana passada, soldados do Hamas têm feito exercícios militares ao longo da fronteira, disparando tiros que ativaram o sistema de defesa de Israel chamadoCúpula de Ferro”.

Nos últimos dias, os palestinos da Faixa de Gaza anunciaram que fariam protestos na “Marcha de Retorno”, que começou na sexta-feira de Páscoa e deve durar até 14 de maio, data em que Israel comemora seu 70º aniversário de independência. Os protestos visam impedir que os Estados Unidos abram sua embaixada em Jerusalém.

Embora os organizadores afirmem que os protestos serão pacíficos, autoridades israelenses apontam que o Hamas é um grupo terrorista islâmico que declara constantemente seus planos de destruir Israel.

Portal Padom

com informações de Times Of Israel

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