Milagre: Imagem sangrou numa igreja, laboratório testou e confirmou que líquido era mesmo sangue

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Faltavam 15 minutos para o começo da missa, quando o padre Carlos Guilhena subiu ao altar e viu uma mancha vermelha num dos ferimentos de uma imagem de Cristo crucificado. Imediatamente, o padre pediu um pano para limpá-la e pensou: “É uma pena, está soltando tinta. Em breve vamos perder esta imagem!”.A missa foi celebrada normalmente e ao terminar, um grupo de pessoas que estava no local chamou a atenção do padre mais uma vez para as manchas vermelhas, que agora brotavam do joelho e da boca da imagem e sinistramente escorriam pelo altar.
Apesar de a situação arrepiar, o padre Guilhena relatou, na época, que continuou achando que era tinta. Mas a cena bizarra se repetiu de novo e um laboratório decidiu testar o líquido. O resultado: era mesmo sangue que brotava da imagem!
O “causo” aconteceu em 1968 numa pequena igrejinha em Porto das Caixas, em Itaboraí e, desde então, uma multidão visita o templo em busca de milagres.
Os milagres na igrejinha foram tantos que o padre Luiz Antônio Mascarello, que assumiu o templo há sete anos, criou um espaço para os pedidos e agradecimentos. No local existe um mural com fotos e partes de corpos em gesso para agradecer a recuperação da saúde.

Extra/NC/ www.padom.com

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