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A menina de 13 anos, que ficou grávida do pai após ser estuprada por ele em novembro do ano passado, em Guaratinga (BA), perdeu o bebê. Segundo um exame de ultrassonogarfia realizado na última quinta-feira (19), em Salvador, detectou que o bebê já estava morto na barriga da menina há cerca de quatro dias. A conselheira tutelar Lindidalva Batista Santana, que obteve a guarda provisória da jovem, informou que a jovem pretendia seguir com a gravidez.

Segundo o Ministério Público da Bahia, por intermédio do promotor de Justiça Bruno Gontijo Araújo Teixeira, o juiz da Vara da Infância e Juventude de Guaratinga, Tibério Coelho Magalhães, expediu mandado, na manhã desta quinta-feira, autorizando a diretora do Instituto de Perinatologia da Bahia (Iperba), Dolores Fernandez, a fazer a retirada do feto morto da adolescente.

O pedido foi concedido “diante do iminente perigo para a saúde da adolescente”. Após a autorização judicial, a retirada do feto foi realizado ainda na tarde desta quinta-feira. A menina de 13 anos está internada no Iperba, onde deve permanecer por alguns dias.

O feto deve ser levado para Instituto Médico Legal (IML), onde exames serão feitos para avaliar as possíveis causas da morte. Material genético também será recolhido para realização de exame de DNA.

A gravidez

A menina ficou grávida do próprio pai após a morte de sua mãe, em setembro de 2007, quando ele passou a procurá-la para manter relações sexuais.

A Polícia Civil de Guaratinga (BA) prendeu o pai da menina na quarta-feira (11). Segundo o delegado Antonio Alberto Passos Melo, responsável pelo caso, ele tem 42 anos e teria confessado aos policiais que abusou da filha.

A conselheira tutelar da cidade, Lindidalva Batista Santana, disse que recebeu uma denúncia sobre o abuso do pai contra a filha em novembro do ano passado. “Não tomamos providências naquela época por falta de condições de trabalho. Imagino que a gravidez, pela idade do feto identificada na ultrassonografia, tenha ocorrido na mesma época da denúncia”.

Uma nova denúncia, desta vez já citando a gravidez da menina, foi feita para o Conselho Tutelar, quando o pai foi preso.

Segundo ela, a menina está apenas na 3ª série do ensino fundamental e os dois irmãos têm deficiência intelectual. A conselheira disse ainda que o município não tem abrigos e nem creche para receber a menina de maneira provisória. “Falta estrutura para darmos o atendimento adequado para esta menina aqui na cidade”, afirmou a conselheira tutelar.

Fonte: G1

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