Jordânia condena extremistas

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Grupo queria explodir templo católico, mas artefatos falharam; sentença é de 22 anos.
O Tribunal Militar da Jordânia condenou três extremistas a 22 anos de prisão. Eles tentaram explodir uma igreja católica em maio do ano passado. O juiz explicou que deu uma sentença tão dura porque entendeu que, embora tenha falhado, o atentado era um “perigo para o Estado e sua população”. As autoridades puderam evitar a explosão quando o líder do grupo terrorista foi preso por excesso de velocidade, pouco antes do momento acertado para o ataque. O templo visado fica na capital jordaniana, Amã, e a ação seria levada a cabo com um veículo cheio de explosivos.
Considerada moderada para os padrões islâmicos, a Jordânia tem cerca de 5% de cristãos em sua população. Eles gozam de relativa liberdade, podendo reunir-se quando quiserem, embora o evangelismo de muçulmanos seja proibido por lei. A rainha da Jordânia, Rania, é muito conhecida no Ocidente por falar contra a violência religiosa. Ela também é advogada de direitos humanos da mulher e de proteção da criança. Ano passado, um relatório do departamento de estado dos Estados Unidos alertou que a Jordânia, assim como a Argélia tornaram-se nos últimos meses redutos de fundamentalistas islâmicos. Ano passado, um tribunal jordaniano condenou um novo convertido ao cristianismo de acordo com a Sharia, lei baseada em interpretações literais do livro sagrado do Islã, o Corão.

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