Noticias gospel – Os soldados devem unir forças com seus aliados libaneses do Hezbollah, em uma ofensiva contra os rebeldes que tentam derrubar do poder o ditador Bashar Assad.

A presença de soldados do Exército do Irã no norte e centro da Síria tem sido divulgado pela imprensa como uma “alternativa” desde o final de 2013. No entanto em sua primeira operação oficial em solo sírio, os iranianos fizeram um a operação em conjunto com a Rússia.

Extraoficialmente, os soldados iranianos se juntaram a seus aliados libaneses do Hezbollah. Desde o início da guerra civil, o objetivo do Teerã é manter a Bashar Assad no poder. Ativistas sírios dizem quem as operações iranianas estão concentradas nas províncias de Aleppo e Hama.

Um funcionário sírio disse à Reuters: “Os preparativos para a grande batalha nessa região estão prontos. Há uma grande mobilização do exército sírio e combatentes de elite do Hezbollah, bem como milhares de iranianos que chegaram nos últimos dias. ”

As regiões mencionadas são lugares onde o Estado Islâmico tem muitas de suas bases. De fato, depois do aparecimento dos ataques russo no final de setembro, as forças leais a Assad reconquistaram várias cidades da província de Hama e Latakia.

Enquanto não tem previsão de fim à guerra civil na Síria, quase a metade da população abandonou o país. Estima-se que morreram mais de 250.000 pessoas.

A ofensiva russa contra o Estado islâmico e outros grupos terroristas tem incomodado os Estados Unidos e a União Europeia, os grupos que apoiam os rebeldes sírios a quem consideram moderados.

Israel está preocupado com a presença de tantos soldados das forças de oposição do Irã. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitou Moscou no final de setembro para iniciar as discussões sobre as estratégias e cooperação. Depois de toda, grande parte do cenário político se baseia na Síria e influencia diretamente no território israelense.

Estudos nas profecias alertam sobre o enfoque político e militar da Rússia e Irã. Para eles, pode ser o início da união de forças descritas em Ezequiel, capítulos 37 a 39, na chamada batalha de Gogue e Magogue ocorre no período da tribulação.

A interpretação mais comum dos pontos de texto, aponta para a terra do extremo norte da Ásia (agora a Rússia) e seu principal aliado, a Pérsia (atual Irã). Ambos se unem para invadir Israel.

William McCants, do Centro Brookings para Política do Oriente Médio, diz que o cenário atual também coincide com as previsões apocalípticas muçulmanas. Para os seguidores de Maomé, o fim do mundo será anunciado pela guerra em Damasco, capital da Síria, e o surgimento de uma espécie de “Anticristo”, chamado pelo Islã: ad-Dajjal, conforme publicado pelo Jerusalém Post.

Portal Padom

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