Intolerância religiosa contra pastor e o silêncio da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa

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por PAULO TEIXEIRA
O artigo abaixo refere-se ao julgamento do umbandista que assassinou um pastor evangélico, alegando que de nada se lembra, pois estava possuído por exu caveira.
Leia o comentário feito por mim no fim do texto.

Justiça manda pai de santo acusado de assassinar pastor a júri popular
A Justiça de Venâncio Aires determinou que o pai de santo acusado do assassinato de um pastor enfrente júri popular.
Júlio César Bonato (foto), 40 anos, responde pela morte de Francisco de Paula Cunha de Miranda, 47, esfaqueado na noite de 20 de dezembro de 2008 na Rua Conde D’Eu, Bairro Aviação. A defesa do réu ainda pode recorrer da decisão e não está definida a data do julgamento.
Miranda era pastor da Igreja Ministério de Fogo para as Nações, fundada por ele próprio. O pastor foi assassinado nas proximidades do terreiro onde Bonato realizava uma sessão de Quimbanda. Conforme pessoas que assistiam ao ritual, Miranda teria se aproximado e gritado palavras contra os frequentadores, tais como “fora satanás”.
Em seguida, Bonato teria saído em direção ao pastor, mas nenhuma testemunha viu o que aconteceu depois. O pai de santo afirma não lembrar do que houve no período, pois estaria incorporado pela entidade Exu Caveira. Bonato responde em liberdade.
Fonte:
Gazeta do Sul

Entenda o caso:
“Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
Júlio César BonatoSe fosse o crime de um pai-de-santo assassinado por um pastor, a mídia brasileira e o governo federal não parariam de fazer barulho. E o pai-de-santo Ivanir dos Santos estaria gritando na conferência “anti-racismo” da ONU, usando e abusando do “exemplo” do ódio dos evangélicos à “cultura” afro-brasileira.
Enquanto isso, facadas estatais e midiáticas atacam e silenciam toda tentativa de alerta cristão contra a séria ameaça da feitiçaria”.

(Fonte: Mídia Sem Máscara. Autor Julio Severo, com adaptações por PAULO TEIXEIRA, autorizadas pelo autor).

COMENTÁRIO:
O silêncio permamente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) em relação ao esse brutal crime, desmascara mais uma vez essa tal Comissão, que anda promovendo passeatas e muito barulho por aí.

Nem mesmo os protestantes que participam dessa Comissão referem-se a esse fato.

Tal omissão só vem confirmar que a CCIR não tem por objetivo combater verdadeiramente a intolerância religiosa. Percebe-se que o objetivo é tentar passar à sociedade que os adeptos de cultos oriundos da África são vítimas de perseguição (puro factóide) e por conseguinte merecem uma atenção e proteção melhor por parte do poder estatal.

Estamos como HOLOFOTE ligado e nada ficar escondido.

Fonte: Holofote / Padom

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