Os programas Mãos que Ajudam, Auxílio Humanitário e o Centro Histórico da Família, que permite a pesquisa e esclarecimento sobre quem foram nossos antepassados, são alguns dos programas da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmon) apresentados a jornalistas de Campo Grande durante um jantar na sede da Ala Júlio de Castilhos, no Bairro Santo Amaro. 
Jornalistas de veículos de comunicação do Estado foram recebidos por autoridades da igreja, entre elas o presidente da Estaca Campo Grande Monte Líbano, Sérgio B. Borba e pelos diretores dos conselhos de assuntos públicos, Márcio Roberto Patelli e Tânia Bogado.
O encontro teve como objetivo mostrar para os formadores de opinião como é a igreja e seus propósitos junto à comunidade em que está inserida. “A Igreja desenvolve, por exemplo, em todo o mundo, um programa de socorro a pessoas em situação de calamidade. Ela é uma das primeiras a chegar nesses locais depois de grandes desastres para tentar salvar vidas e levar alimentos, remédios e ajuda física para o trabalho de resgate e atendimento aos desabrigados”, explicou Tânia Bogado.
Por intermédio do Programa Mãos que Ajudam, membros voluntários da igreja também desenvolvem trabalhos humanitários em todo o mundo. Fazem serviços e doações de alimentos, roupas, cadeiras de rodas ou outro materiais e produtos necessários para comunidades carentes ou vítimas de grandes desastres e catástrofes.
Foi mostrado para os jornalistas que a Igreja Mórmon como também é conhecida, prega o Evangélio de Jesus Cristo e também procura fortalecer seus membros por intermédio de incentivo aos estudos e à formação de mão de obra especializada para o crescimento não só espiritual mas também profissional e pessoal. A busca pela autossuficiência de seus membros e também da comunidade é um dos fortes propósitos da igreja, que desenvolve outros programas com esses objetivos.
CAMPANHA NACIONAL – a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias está desenvolvendo agora uma ação com mais de 130 mil voluntários em todo o Brasil objetivando arrecadar mais de 400 toneladas de alimentos, principalmente o arroz e feijão, para doação a famílias e pessoas carentes em todos os Estados.
Em Campo Grande esse trabalho está a todo vapor, explica Márcio Roberto Patelli, informando que são mais de 150 cidades em todo o Brasil envolvidas com essa arrecadação. Além de juntar esses alimentos, a igreja vai reunir autoridades e pessoas da comunidade durante esse processo, para ensinar técnicas de armazenamentos desses produtos, utilizando garrafas pet de dois ou mais litros (cores transparentes), que permitem guardar os alimentos em boas condições de consumo por um período de até 5 anos.
As portas da igreja sempre estarão abertas para todos aqueles que quiserem aprender essas técnicas que permitem inclusive aos pequenos agricultores guardarem suas sementes e safras para consumo a longo prazo ou venda.
A doação das mais de 400 toneladas de alimentos para as famílias e entidades filantrópicas será feita no dia 28 de julho deste ano. As oficinas, com autoridades e interessados também vão acontecer nesse dia com a participação também das entidades que receberão os alimentos, comunidades e instituições diversas.
Depois de assistirem a apresentação desses e outros programas da igreja e de tomar conhecimento de que Jesus Cristo é o “cabeça” da igreja, os jornalistas se dirigiram para a sala onde funciona o CHF (Centro Histórico da Família), que permite às pessoas pesquisarem sobre seus antepassados. A igreja possui registros microfilmados de nascimentos e de óbitos de pessoas em todo o mundo. São documentos recentes, de décadas e até de séculos atrás. Esses arquivos estão abertos, gratuitamente, à comunidade em todo o Brasil e no mundo. É o maior banco de dados de ancestrais do mundo.

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