O projeto Resgatando Gerações, é um ministério de evangelismo que temo como uma de suas ferramentas principais de evangelismo o aplicativo Whatsapp.

Idealizado pelo Pr. Henrique Santos, o grupo possui centenas de membros que evangelizam milhares de pessoas através das redes sociais, não apenas no Brasil, mais também como em outros países cujo evangelismo ainda não é “tão” proclamado.

Em um e-mail enviado a nossa redação, Pr. Henrique conta que:  “Somos invadidos constantemente por ‘hacker’s’, ativistas ateus que formam seus grupos e repassam nossos grupos e se juntam e transformam o que era para ser uma união entre o povo de Deus e evangelismo em uma verdadeira bagunça. Não só o nosso grupo, mas centenas de outros grupos no Brasil estão sendo invadidos por essa onda de desrespeito com os cristãos que possuem comunhão uns com outros através do Whatsapp”,

O pastor Henrique pede para que as autoridades brasileiras, e representantes do Whatsapp no Brasil, tomem alguma providencia contra esses ataques.

“É terrível, quem possuí grupos religiosos entre irmãos e famílias não sabem o que fazer ao verem tamanha falta de respeito, enviam palavras de baixo calão, fotos obscenas, provocam um verdadeiro tumulto”, lamenta o pastor.

Segundo Henrique, o ministério escolheu o aplicativo, por ser uma ótima ferramenta para ganhar almas, pois milhares de mensagens sobre Jesus é enviada a cada segundo em todo o mundo.

Os integrantes do projeto Resgatando Gerações, acreditam que estão sendo atacados por intolerância religiosa.

Henrique conta que sua equipe, já conseguiu identificar alguns desses grupos que tem atacados os cristãos na web.

Um desses grupos é identificado como “Ateu Humor”, – “Nesses grupos eles repassam os contatos e também link de grupos que são cristãos. Aí eles se unem e entram e começam a alterar imagem dos grupos, nomes, passam a falar palavrões, enviar imagens e vídeos pornográficos, começam a blasfemar contra Deus e ofender todos do grupo”.

De acordo com Henrique “Alguns fingem-se ser cristãos que estão escandalizados com aquilo, outros se passam por pastores e presbíteros e começam a denegrir e ofender nossa fé. O nosso Projeto já foi invadido 3 vezes por hacker como esses. Não só o nosso, mas outros que estou, uma onda de informações está circulando no WhatsApp e muitos cristãos estão sendo ofendidos. Não há mais liberdade religiosa entre nós. Eles não são 1 ou 2, conseguimos entrar em um dos seus grupos e vimos mais de 100 membros que na sua maioria propagam essa chacota sobre nossa fé”

Henrique, pede que todos os usuários do WhatsApp, e administradores de grupos cristão, que tomem cuidado ao adicionar pessoas, pois esses grupos são alvos constantes destes libertinos.

Como lhes disse, nosso projeto tem como o intuito principal o evangelismo e salvação, porém nossos líderes junto com os administradores do nosso grupo em rede whatsapp estão sendo afetados e ofendidos. E ao corrermos atrás de onde provinha tal malícia, percebemos que não éramos os únicos, mas que vários outros grupos estavam sofrendo da mesma forma.

E decidimos tomar uma atitude, pois tais ativistas estão crescendo com isso e os que são mais prejudicados somos nós e as almas que estamos tentando ganhar para Cristo Jesus. ”, conta Henrique.

Henrique diz “ Não estamos aqui para generalizar, nem todos os ateus são assim, porém esses que estão invadindo vários grupos não merecem continuar com essa prática sem que nada seja feito.

Não se pode ofender a fé de ninguém, isso é lei, oramos por eles para que nosso Jesus tenha misericórdia, porém alguma providência cabível deve ser tomada o mais rápido possível”.

Intolerância religiosa no Brasil

De acordo com uma cartilha, publicada no site Guia de Direitos, a intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.

As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.

O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.

É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.

CP – Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940

Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.

Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

Portal Padom

Denuncias enviadas via email, pelo Pr. Henrique Santos

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