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O governo chinês aceitou a culto de outras religiões como estabelece a Constituição daquele país, mas ainda existe um limite para exercer a liberdade religiosa do protestantismo, catolicismo, budismo, o islamismo e o taoísmo, na qual so podem ser realizados em locais oficiais e controlados pelo próprio Estado, de acordo com a EFE

A mais clara medida do regime comunista é evidente em um anúncio publicado no dia 25 de janeiro em seu site (www.sara.gov.cn) quando a Administração Estatal de Assuntos Religiosos da China (SARA, sigla em Inglês) disse que exigirá que os 23 milhões de protestantes oficiais da China, atendam apenas nas áreas designadas, uma vez que é estimado que 30% realizaram reuniões clandestinas.

A final o governo chinês quer que esse ano, os milhões de protestantes clandestinas do país cultuem em “lugares reconhecidos pelo Estado. No entanto, a dúvidas sobre como o regime comunista poderá forçar os protestantes a se reunir em lugares oficiais que foram nomeados pelo governo.

Quanto progresso foi feito pelo Protestantismo?

O protestantismo avançou rapidamente na China nos últimos anos e seus seguidores são muitos ativistas e dissidentes do regime.

Grupos de direitos humanos e religiosos mostram que o número de seguidores da Igreja Protestante na China, na verdade, chegou a 60 milhões, e estima-se que metade deles se encontram em chamadas “igrejas domésticas”, fora da liturgia oficial controlada Pequim.

Traduzido e Adaptado por: www.padom.com.br

Fonte: Noticia Cristiana / www.padom.com.br

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