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“Contribui para fazer nascer, com a técnica da clonagem humana, três crianças. Tratam-se de dois rapazes e de uma rapariga (moça) que hoje têm nove anos de idade. Eles nasceram sãos e estão actualmente em excelente estado de saúde”

“Contribui para fazer nascer, com a técnica da clonagem humana, três crianças. Tratam-se de dois rapazes e de uma rapariga (moça) que hoje têm nove anos de idade. Eles nasceram sãos e estão actualmente em excelente estado de saúde”, assegurou Antinori na entrevista à Oggi que será posta à venda quarta-feira.

Severino Antinori tinha dado conhecimento do nascimento das três crianças clonadas há cinco anos, mas sem dar mais nenhuma indicação nem dizer que era o responsável pela alegada experiência.

Denominado o “parteiro das avós”, o ginecologista ficou célebre por ter permitido a mulheres na menopausa terem crianças.

“O respeito pela vida privada destas famílias impediu-me de ir mais longe”, acrescenta, precisando que o método empregue foi “uma modernização da técnica utilizada pelo geneticista escocês que clonou a ovelha Dolly”.

Sem dar nenhuma prova das suas afirmações, Antinori afirma ter recorrido à clonagem a partir de células dos três pais porque eles eram estéreis.

Assegura ter fecundado os ovócitos das mulheres em laboratório através de um método chamado “transferência nuclear”.

Ao jornalista do semanário que lhe recordou que a clonagem era proibida pela lei em Itália, Antinori preferiu “falar de terapias inovadorasE e de “reprogramação genética” em vez da clonagem.

O cientista, nascido em 1945, ficou mundialmente famoso em 1994 por ter permitido a uma italiana de 63 anos de tornar-se mãe.

Há duas semanas, Severino Antinori esteve novamente no centro de uma polémica ao anunciar que procederia à fecundação artificial de uma mulher cujo marido está em coma irreversível devido a um tumor no cérebro, o que seria uma estreia italiana se fosse executada.

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Fonte: Diário Digital

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