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Dom José Alberto
Dom José Alberto ficou estarrecido com a lambança provocada pela prefeitura.

Se depender da opinião do artebispo metropolitano de Montes Claros, dom José Alberto Moura, e da boa vontade do prefeito Tadeu Leite, é possível que, daqui para a frente, um dos mais tradicionais e respeitados rituais da igreja católica nem seja realizado a partir do ano que vem: a procissão de Corpus Christi.Esse desabafo foi feito no encerramento da procissão de quinta-feira, 11, na Catedral de Montes Claros, por um irônico, às vezes irritado bispo dom José, que acabara de presidir a santíssima eucaristia, neste ano imaculada pela lambança provocada pela prefeitura, através da MCTrans e atendendo a pressões do comércio local.

A permissão de abertura de lojas no feriado nacional fez de Moc talvez a única cidade do Brasil a não ter suas ruas decoradas para a procissão de Corpus Christi, fato inédito na cidade de 152 anos. Tudo, dizem os fiéis, fruto de retaliação ao apoio dado pela igreja católica ao grupo político que disputou as eleições do ano passado com o que se encontra no poder.

ONortedeMinas/padom.com

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