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Noticias Gospel A ressurreição de Jesus é um dos princípios básicos da fé cristã, e, portanto, também um dos mais questionados desde o ceticismo. No entanto, as evidencias da ressurreição estão ajudando uma geração cética à próxima da fé cristã, explicou Gary Habermas, diretor do Departamento de Filósofa e Teologia em Liberty University, durante uma conferência no Congresso da apologética que organizada no Seminário do Sul, que aconteceu no fim de semana passado.

Habermas é um especialista no estudo da ressurreição de Jesus Cristo. Ele já escreveu 18 livros e mais de 100 capítulos de livros e artigos de revistas sobre o assunto. Seu próximo livro pretende transmitir ao longo de 3.000 páginas o trabalho de sua vida.

A ressurreição como um fato histórico tem recebido muitos ataques do campo acadêmico, reconhece Habermas . Um dos críticos mencionados foi  Bart Ehrman, um ex-cristão evangélico que tornou-se agnóstico. Ehrman é atualmente Professor de Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, e escreveu e editou mais de 25 livros sobre a vida de Jesus e o Novo Testamento. Vários de seus livros têm aparecido na lista de bestsellers do New York Times, incluindo o recente “Como Jesus tornou-se Deus: o triunfo de um pregador judeu da Galiléia.”

Evidencias desde textos aceitos pela critica

Para contrariar estas tendências, Habermas disse em seus estudos que somente utiliza provas aceitas pelos críticos, aqueles que negam que a ressurreição ocorreu. Dado que os críticos admitem que Paulo fosse uma figura histórica, teve uma experiência de conversão genuína e escreveu sete das treze cartas do Novo Testamento, Habermas se concentra em sete epístolas paulinas (Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Filipenses, 1 Tessalonicenses e Filemom) para seus estudos. Em particular, 1 Co 15 é uma passagem central.

Os críticos também reconhecem que Paulo teve sua experiência de conversão entre um e três anos após a morte de Jesus, explica Habermas. Em Gálatas, Paulo disse que ele foi a Jerusalém, três anos após isso. Quatorze anos depois, segundo conta  Paulo em Gálatas 2, voltou para Jerusalém e encontrou com três pessoas que conheciam melhor a Jesus – Tiago, João e Pedro.

Tendo em conta que alguma crítica – como Ehrman – não aceita a autoria tradicional dos quatro Evangelhos, este encontro seria o relato mais antigo de pessoas que haviam sido testemunhas da vida de Jesus, diz Habermas.

A importância das cartas de Paulo

Parafraseando Gálatas 2: 2 (“E subi por uma revelação, e lhes expus o evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão.”) Habermas disse que é nesse segundo encontro em Jerusalém, onde Paulo comparou o que  havia estado pregando com os outros apóstolos haviam pregado, para verificar que todos compartilhavam a mesma mensagem.

“Isso é importante”, disse Habermas, “porque isso significa que a mensagem do Evangelho é pregado apenas um ou dois anos depois que Jesus morreu na cruz.” Em outras palavras, Tiago, João, Pedro e Paulo pregaram a mesma mensagem, e os primeiros que fizeram ainda antes de Paulo, e até mesmo os críticos reconhecem que esta mensagem foi pregada um ou dois anos após a crucificação. “Esta é uma prova de que até mesmo os críticos da historicidade dos Evangelhos e Atos reconhecem” Habermas explica.

Estes relatos dos primeiros testemunhos que inclusive os críticos aceitam são “argumentos muito importantes para defender a ressurreição” como um fato histórico, disse Habermas. “É por isso que uma geração de céticos está aberta para a evidência para a ressurreição hoje”, acrescentou.

Portal Padom

Com informações Protestante Digital

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