Na Bíblia tem diversos alertar sobre os perigos do amor ao dinheiro, inclusive a história de um homem rico que queria seguir a Jesus, mas não o fez.

“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” 1 Timóteo 6:10

A precisão na escritura é inegável: uma pesquisa mostrou que os ricos são muito mais propensos a enganar durante sua vida. Os ricos e mais instruídos são mais propensos a furtar. Eles são mais propensos a trapacear em jogos de azar. Em estudos de doações de caridade, muitas vezes são as famílias de baixa renda que doam maiores proporções de renda do que as pessoas de classe média e alta renda.

Dacher Keltner, um psicólogo de Berkeley, passou décadas estudando o poder e o privilégio da riqueza. Há seis anos, ele e seu então estudante de pós-graduação, Paul Piff, publicaram experimentos que provaram que nossas suposições sobre os ricos são verdadeiras.

“Para os pesquisadores que estudam riqueza e poder, é desanimador, mas não surpreendente, porque acompanha de perto as nossas descobertas”, disse Keltner ao The Columbian. “O efeito do poder é, infelizmente, uma das leis mais confiáveis do comportamento humano”.

Em seus experimentos, Keltner e Piff fizeram muitas descobertas. Em um deles, eles se posicionaram em um cruzamento movimentado de quatro vias. Seguindo o modelo de cada carro cujo motorista cortou os outros em vez de esperar sua vez, eles descobriram que as pessoas dirigindo carros mais caros tinham quatro vezes mais chances de ignorar as leis de direito de passagem.

“[Isso] nos disse que há algo sobre riqueza e privilégio que faz com que você se sinta acima da lei e permita que você trate os outros como se eles não existisse”, concluiu Keltner.

Até mesmo Jesus advertiu Seus discípulos de que seria mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus.

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