Dois anos de prisão para ex-muçulmana convertida ao cristianismo

Uma ex-muçulmana que deixou o islã para se converter ao cristianismo foi detida em sua casa e condenada a dois

Prisão de Evin

anos de prisão, pelo Tribunal Revolucionário do Teerã, informou a agencia iraniana de noticias cristã Mohabat.

Mohabat News revelou que a Sra. Leila Mohammadi, uma cristã convertida ao cristianismo que vivia ao leste de Teerã, foi condenada a dois anos de prisão depois de suportar cinco meses de incerteza na prisão Evin.

O julgamento de Mohammadi foi realizado no dia 18 de janeiro no Tribunal Revolucionário de Moalem, onde foi acusada de “colaborar com estrangeiros que dependem de grupos, que realizam propaganda anti-islámica, enganando o publico através de informações que é chamada de uma igreja domestica que insulta as figuras sagradas e ações contra a segurança nacional”.

No entanto, ela foi absolvida porque o juiz acreditava que ela tinha feito sem querer, mas foi sentenciada a dois anos de prisão. Depois que o veredito foi emitido, seu advogado anuncio eu o caso foi enviado para Corte Suprema da província de Teerã, para ser revisado.

Leila Mohammadi, foi presa depois que agentes de segurança invadiram sua casa no dia 30 de julho de 2011 as 22:30 na cidade de Kianshahr, ao leste de Teerã. Os oficiais minuciosamente revistaram sua residência e confiscou alguns de seus pertences.

Ela foi enviada para o centro de detenção Horr que pertence às forças da policia iraniana. De lá foi transferida para prisão de Evin. Sendo que no dia 28 de dezembro de 2011, foi liberada sob fiança de 150.000 dólares depois de 74 dias em condições adversas em um confinamento solitário na prisão de Evin.

Foi relatado que algumas outras pessoas também foram presas em conexão com este caso. Segundo um relatório, apos a detenção da senhora Mohammadi, outra pessoa chamada Parviz G, também foi detido por agentes de segurança. Novamente, neste caso sua casa foi minuciosamente revistada, e apreenderam todos seus pertences, incluindo o seu computador.

Ele foi liberado depois de passar três dias no centro de detenção de Evin e submetido a interrogatórios e assinar uma declaração de termo de responsabilidade. Tudo indica que sua prisão estava relacionada com atividades evangélicas de sua esposa “Masoumeh” que estava relacionada com o caso de Leila Mohammadi.

Portal Padom

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