Deus não age por acaso na maneira com que trata os próprios filhos. Ele não faz nada por casualidade. Não há nada imperfeito ou aleatório quanto aos Seus métodos. O homem pode ficar negligente e indiferente em relação a Deus, mas Deus não age casualmente em relação ao homem.

agir-de-deusCom muita freqüência vemos Deus só como uma espécie de benevolência benigna, uma espécie de Pai velhinho e gentil que pode, sem pressa, andar por aí para atender às nossas necessidades. Deus é visto como um vagaroso resolvedor de problemas a Quem temos de sinalizar. O vemos como uma espécie de grande poder que pode ser energizado e posto em ação, se alimentado com fé suficiente. Em outras palavras, Deus vai agir se fizermos bastante barulho — grandes gritarias, intensa demonstração de fé, esforços sobre-humanos para sermos santos.

Esse tipo de raciocínio sugere que o homem primeiro tem de chamar a atenção de Deus, apresentar seu doloroso caso, e então esperar que esse ocupado Diretor do universo o ponha na lista de “favores a serem concedidos”. Enquanto isso, o preocupado crente tem a esperança de poder manter um nível suficiente de fé e de boas obras, para não perder o lugar na fila da bênção. Não seria uma pena, a gente pensa, não passar no teste de fé e ter de voltar para o fim da fila?

E o crente treme em pensar que sua hora de ser ajudado chegue, e ele não esteja digno de receber a resposta — como se o Senhor fosse lhe dizer, “Sinto muito — Eu estava pronto para responder a oração e atender a esse problema que você tem, mas a sua fé deu uma escorregada. Você se enfraqueceu; vacilou – então agora vai ter de esperar. Volte para a Palavra; acerte-se; pratique a fé um pouco mais; ganhe mais paciência — e quando estiver pronto, aí Eu volto e veremos o quê se pode fazer”.

Deus nos perdoe por pensarmos nEle como um Amigo distante e ocasional — que vem nos acudir só em casos de emergência, ou quando estamos prestes a desistir. Que tapa na face de Deus sugerir que Ele opere dentro de algum tipo de sistema por méritos, como se apenas os aplicados, os fortes na fé, os altamente discipulados recebessem Sua atenção. Não podemos obter as bênçãos de Deus ou obter respostas à oração, invocando uma fé melhor ou maior em relação a um nosso irmão ou irmã.

Como, então, um cristão chama a atenção de Deus? Como fazemos para Ele nos ouvir? Como podemos ter certeza de que a nossa necessidade foi levada até Ele? Como vamos saber que Ele enxerga os problemas de nosso momento presente? Será que Ele está preocupado com os problemas dos países e dos seus líderes? Será que está muito ocupado controlando a natureza? Será que os problemas do mundo são tão complexos e graves, que Deus não tenha tempo para os nossos dramas que, comparando, são insignificantes?

A verdade é, nenhum dos filhos de Deus precisa competir para ter a Sua atenção. Não temos de ingressar em algum tipo de círculo íntimo de fé para obtermos melhores resultados. Não temos de chorar, gemer, ou jejuar, berrar para que Ele veja o que precisamos no momento.

A verdade é: Deus tem um coração humano! Ele conhece as nossas necessidades, as nossas dores, os nossos problemas, pois Ele os tem vivido conosco. O tempo todo Ele esteve presente, desde as primeiras horas em que os problemas surgiram. Ele guardou cada lágrima nossa, profundamente tocado pelo sentimento de nossas enfermidades. Acordá-Lo? Suplicar socorro? Correr até Ele em pânico? Ter esperança de que por algum modo Ele ouça o choro do meu peito? Tentar fazê-Lo descer de alguma missão cósmica para se envolver em minha necessidade? Não! Mil vezes não! Por que gritar para um Pai que está ao meu lado? Por que entrar em pânico quando Ele está mais perto que um irmão? Por que me preocupar quanto à fé fraca ou forte, se Ele já viu e sentiu as minhas necessidades? Não é verdade que o Senhor disse, “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (João 14:23)? Para acrescentar ênfase, Ele diz mais, “ele habita convosco e estará em vós…” (João 14:17).

Deus não está em “em algum lugar” do universo ou “lá em cima” — mas habita conosco e em nós. E não é um Senhor ocasional, que vem e vai segundo a nossa disposição, nossas dúvidas e medos. Muitas vezes, achamos que o nosso Senhor é “afugentado” por retrocedermos para o desespero e o medo. Achamos que de algum modo Ele “se evapora”, ofendido por algum ataque de nervos nosso, por nossa fé fraca ou pelas dúvidas que nos passam pela cabeça. Ficamos na esperança de que Ele retorne quando melhorarmos. Como essas idéias são imaturas e infantis. Ele prometeu nunca nos deixar, nunca nos abandonar — Ele está conosco em cada luta da vida, até o fim. Ele é fiel a nós, mesmo quando nossa fé está abalada e débil.

“Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2 Timóteo 2:13)

E as demoras? E as orações não respondidas — as doenças que continuam — os problemas que nunca acabam — as dores físicas que aumentam? E a sensação de fraqueza? A despeito de tantos santos supostamente felizes e sem problemas definirem que Deus fez tudo que Lhe pediram, eu me pergunto quanto tempo resta até que eles, também, se trombem contra o mais tremendo teste de fé em suas vidas.

A verdade é que o povo de Deus nesse exato momento está atravessando uma “Grande Tribulação” espiritual. A fé de todo cristão agora está sendo provada. Esse é o teste final que irá separar os vencedores dos desertores.

Jesus se pergunta se encontrará fé na terra quando voltar. Como isso poderia acontecer, se a terra tem tantos que se afirmam ser Seus filhos?

Satanás está resolvido a arruinar a fé e a confiança de todo crente real. Os problemas do tipo Jó que têm sido lançados sobre os cristãos atualmente, têm levado muitos a se perguntar se Deus abandonou o ato de responder orações. Eles dizem que oram e nada acontece. Precisam de um milagre, pois as coisas vão de mal a pior — mas parece que não há resposta à vista.

É nessa hora caótica que começa a brotar um tremendo terror no fundo da alma. Uma provocação interior agarra a mente. “Talvez Deus espere que eu resolva esse problema sozinho. Talvez Deus nos ofereça só salvação eterna, mas não ajuda diária. Talvez eu esteja esperando exageradamente de Deus. Talvez eu esteja destinado a continuar a sofrer, sozinho, andando por aí. Deus deve estar bravo comigo, porque Ele não parece estar vendo minhas lágrimas, ou ouvindo o meu choro”.

Satanás tem a palavra final de vitória no exato momento que consegue fazer um filho de Deus pensar que o Senhor se tornou surdo às suas necessidades. Então a jovem cujo namorado partiu seu coração fica zangada com Deus. Ela raciocina assim, “Senhor, por que o Senhor deixou que ele me magoasse? Por que não fez ele me continuar amando? Por que me deixa de coração partido — querendo morrer? Onde estás, Senhor? Como posso Te servir, se o Senhor sempre me decepciona?”.

Ouça os pais do filho desobediente:”Ah Senhor amado, quando Tu vais dar um jeito nesse meu filho? Por que o Senhor não desce, atende à minha oração e muda essa vida dele? Quanto tempo ainda vai passar sem um sinal de mudança? Será que não adianta eu orar? As Tuas promessas não significam nada?”.

Ouça o filho de Deus nos espasmos da doença: “Oh Deus — se Tu sentes a nossa dor, por que preciso continuar sofrendo? Por que há outros sendo curados e eu não? Por que eu, Senhor? Eu reivindico cada promessa da Bíblia — a minha fé tem sido robusta — outros têm concordado comigo em oração — então por que o milagre não acontece? Por que vou de mal a pior? Será que algum dia vou conseguir sair dessa? O Senhor vai me deixar morrer?”.

Ouça os cônjuges de um casamento com problemas: “Pai, está tudo indo mal; por que? Estou num terrível sofrimento — as coisas fugiram de controle — Estou tão infeliz– por que não consigo carregar esse fardo? Preciso orientação, mas parece que não consigo resposta. Por que Tu não carregas a minha solidão e o medo? Por que não me mostras o quê fazer? Eu o farei, se simplesmente falares comigo. Responda à minha prece — por favor — antes que seja tarde demais!”.

Ouça o crente apavorado precisando desesperadamente de uma palavra de orientação: “Senhor, o que devo fazer? Qual é a Tua vontade? Qual deve ser o meu próximo passo? Não quero sair da Tua vontade, mas não sei o que fazer a seguir. Estou tão confuso — por que não recebo uma orientação clara? Estou pedindo em fé — mas parece que não recebo uma palavra clara dos céus. O quê está bloqueando a resposta?”.

Oh amado — nós todos estamos passando pela mesma coisa! Nós todos estamos sendo testados! Todo honesto filho de Deus sabe como é olhar para um céu duro e frio como barra de metal — e se pergunta se Deus realmente ouve e responde orações. Na hora que você fez tudo que podia; quando crê que Deus é capaz de fazer qualquer coisa; quando ora, chora, espera — e nada parece acontecer — é quando o inimigo se insinua em nossos pensamentos e cochicha, “Deus nunca vai te responder; vá em frente e faça o possível, resolva isso você mesmo; use a cabeça e arranje um jeito de sair dessa sozinho”.

Eu creio na interferência de Deus nos negócios do homem! O destino não é a roda do universo. A vida não é um ajuntamento acidental de átomos. Deus não reina por acidente. A chave para entender o interesse de Deus pelo homem é crer que “Ele está perto sempre!”. Estando perto, Ele está ao alcance do meu braço, ao alcance para me ouvir. Estando perto, Ele me vê! Fé é enxergar a proximidade de Deus. Em meio às lutas, alegrias, a humanidade raramente experimenta a proximidade de Deus. Para o homem de fé, Deus está sempre perto, mesmo nas mais densas trevas. A provação jamais é fatal, porque o Todo-Poderoso está ao seu alcance.

Creio no viver sustentador de Deus — não na fortuidade divina. Ele vive com os Seus filhos. Ele anda e fala com eles. Deus vai interferir em minhas coisas, não apenas para satisfazer minhas orações, mas porque é a Sua natureza fazer o quê é certo para Seus filhos.

Creio na simpatia (“faculdade de participar das dores, dos prazeres e das impressões de outrem” NT) divina! Ele age a meu favor porque sofre comigo. Ele entra no meu pesar, e portanto está suficientemente junto a mim para saber quando deve interferir. Eu não preciso Lhe dizer; Ele sente. Ele sabe antes mesmo de eu pedir — porque esteve comigo todo o tempo. Creio no tempo perfeito do Espírito Santo.

Estou mais interessado na simpatia de Deus do que em Seu poder. Poder tem a ver com a vastidão da Divindade; simpatia é o Seu interesse pessoal pelos meus problemas. Poder é um princípio; simpatia é um sentimento. Ele tem sentimentos por mim. Quando sei que Ele sente por mim, sei que agirá por mim. Majestade e poder são grandes princípios que atribuímos a um grande Pai, mas é à piedade de Seu coração por mim que eu respondo mais. A majestade do Pai me faz saber que Ele é capaz de fazer qualquer coisa; a Sua piedade me faz saber que Ele quer fazê-lo. Nada disso é por acaso!

Deus individualiza! Ele vai quebrando e dividindo a humanidade em nações, raças, famílias, indivíduos. Sabemos que Ele é o Redentor do mundo todo, mas isso significa pouco para as suas necessidades até que você possa dizer, “Meu Redentor”. Fico separado do mundo inteiro quando se trata das minhas necessidades. Não sou apenas um membro da família de Deus; sou a menina dos Seus olhos! Você precisa personalizar Deus em sua hora de necessidade. É verdade: você nada mais é do que um de Seus filhos — é um colaborador — é um dentre muitos. Mas não quando se trata do seu tratamento interior com Deus. Na necessidade, você precisa ver o quanto você se torna único — com quanto exclusivismo Deus acode suas necessidades — com quanto particularismo Ele deverá agir em seu benefício.

Tire o olhar do universo por um momento; ponha os seus olhos num Amigo que nunca o abandona! Ingresse em Sua amizade! Ingresse em Sua proximidade. Deus deseja que nos aproximemos Dele como se nenhuma outra pessoa vivesse na terra, como se unicamente nós fôssemos o objeto do Seu interesse. Isso não é egoísmo. Tendo amado os outros, tendo tido caridade e carinho, tendo cumprido a lei do amor por um mundo perdido — então mova-se para o preenchimento de suas necessidades como se só você existisse.

Ele conta cada fio da minha cabeça. Conta cada uma das minhas lágrimas. Conta os meus suspiros e meus sorrisos. Ele é o meu Redentor! Ele interpreta para mim as coisas que não entendo em meu coração. Você precisa acabar com a solidão chegando à proximidade de Cristo!

Os problemas se acumulam como montanhas intransponíveis. Ao seu redor não há sinal da ação de Deus. Dúvidas assaltam de todos os lados. E a única coisa que você tem para combater tudo isso são palavras pronunciadas em um livro. Mas essas são as palavras de um Deus que governa pela voz. Ele fala e acontece. A proximidade de Deus precisa se tornar natural para nós. Não é suficiente conhecer a verdade; precisamos deixar que a verdade se torne natural para nós — uma parte de nós. Isso vem através da meditação. Deus não deverá irromper sobre nós só a intervalos, só em flashes de consagração. A gente não esquece aquilo que habita a mente de modo constante. As coisas são fixadas na memória se forçando o pensamento sobre ela vez após outra. A presença de Deus, a Sua proximidade, pode se tornar instintiva para nós — tal que Sua intimidade se grave em nossa mente. O coração pode se tornar tão pleno da Sua presença que ela chega à boca.

Jó descobriu a fidelidade de Deus nas cinzas. Descobriu a Sua proximidade, o interesse pessoal da parte de Deus no crisol – no cadinho da aflição. Há muitas coisas que só o sofrimento pode nos ensinar. Por toda a Bíblia, vemos a dor como o grande mestre. Inexiste muita profundidade para aqueles que atravessam a vida sem sofrimento ou provações. Uma teologia superficial brota dos lábios dos que se recusam à provação da fé. É a provação, não a recompensa produzida pela fé, que produz frutos.

O sofrimento e a provação levam o homem face à face com Deus, com realismo. Eles esvaziam toda a falsa alegria, toda a pretensiosidade, os rótulos vazios, as insignificâncias do mundo. Fazem com que um homem busque a verdade. Foi o sofrimento de Cristo que removeu o véu que separava Deus do homem. E é o sofrimento humano que ainda remove as escamas dos olhos cegos às promessas. É quando ferida e machucada, que a alma mais anseia por um bálsamo curativo.

As crianças têm uma coisa em comum — elas vivem só para o presente. Elas querem tudo “já”. Para elas é agora ou nunca. Aprontam uma birra para receberem o quê querem na hora. Esaú era uma criança no espírito. Desejava trocar bênçãos futuras para satisfazer uma fome imediata.

A fé não pode se tornar uma exigência impetuosa para Deus nos dar o que achamos precisar já! Agora ou nunca, Deus — fazendo “bico” como crianças. Gratificação imediata — dons imediatos — libertação imediata; “Não dá pra esperar”.

A fé não é um jogo, tipo, “Se eu ficar curado agora, tive fé; se não ficar curado agora, não tive”. As nossas preces se tornam como tentar a sorte com Deus. Fica algo do tipo: “Jogue as cartas certas, dê a cartada direito, e poderá ganhar o prêmio”. Como isso é infantil!

Os que estão sob a tirania do AGORA estão servindo a Deus só com os sentidos. O profeta Maomé ensinou que a fé é a maneira de se ganhar a felicidade dos sentidos. Mas quem é o verdadeiro vencedor, a pessoa verdadeiramente de fé? Seria aquele que consegue bênçãos para si próprio, saúde, prosperidade, uma vida de desfrute pessoal — livre do sofrimento? Ou é o homem que ouviu as maiores alegrias serem as do Espírito — paz, longanimidade, bondade, paciência — o que não vive mais para o mundo presente? Esse homem de fé está mais interessado em crescer do que em receber.

Qual o benefício do cristão se ele aprende a obter o que o coração deseja, mas deixa tudo na velhice para morrer, nunca tendo conhecido a comunhão dos sofrimentos de Cristo? Uma vez tendo tocado o invisível com fé, um homem nunca mais se satisfará com o presente e o sensual.

Orar até o fim não é orar até se receber o pedido; antes, é orar até que queiramos cumprir a vontade dEle. As orações mais santas não são de petição, mas de louvor. Quando a petição se torna em gratidão, Cristo está sendo revelado. Exaltamos quando Deus responde, como se isso fosse prova de Sua graça por nós. Nos deprimimos quando a oração não é respondida, como se nossa fé não tenha tido sucesso.

Jesus não orou para alcançar, conseguir; Ele orava por comunhão. Orava por submissão à vontade do Pai. Orava para que os Seus desejos fossem formatados à vontade do Pai – até que obedecer se tornasse mais importante do que receber.

É triste que atualmente tão poucos estejam realmente interessados na comunhão pura e simples com Deus. Pelo contrário, vamos a Ele para batalhar, para lutar como Jacó, exigir nossos direitos, extrair bênçãos, buscar direitos de primogenitura. “Naquele dia nada perguntareis…”. Queremos forçar sermos ouvidos pelo Senhor. Estimulamos a nossa fé como uma adrenalina espiritual, e estufados com ela chegamos à Sua presença para trocá-la por um carrinho de súper mercado cheio de bênçãos. A fé se torna como tickets-refeição — Deus se torna a central de crédito. Quanto mais tickets, mais mercadorias.

Como isso está distante de agradar o coração do Senhor. Não é a fé de exigências e pedidos que O agrada. É a fé confiante que Ele deseja. Alguns iriam repreender o irmão Jó se ele vivesse hoje e dissesse: “Ainda que ele me mate, nele esperarei”. Alguns também, cuja teologia é só vitória e nenhum sofrimento, se poriam diante da fornalha ardente e gritariam aos jovens hebreus (Daniel 3), “Oh vós de pouca fé — vocês não precisam entrar no fogo. Este fogo é do diabo; reivindiquem seus direitos. Por que morrerem queimados e asfixiados?”.

A oração é só para prêmios? Ou a oração seria para nos fazer esquecer nossos próprios desejos, e ansiar só por Ele? A oração é para que saiamos do problema, ou para nos dar a vitória sobre ele? “…(Deus dará) o escape, para que a[o] possais suportar (não escapar dela[e])”. Nós não impedimos o mal; nos tornamos poderosos contra ele.

Não, Deus não age por acaso — Ele está interessado. Está profundamente interessado em cada detalhe de nossas vidas. Que possamos entrar no descanso da fé, em confiança de que quando o tempo estiver plenamente maduro, Ele fará o certo junto a nós. O cristão descontraído, sem pressa é o que crê. Nenhuma prece será bloqueada; nem uma vez Ele falhará em nossa hora de necessidade.

Logo,

“Por isso, restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos; e fazei caminhos retos para os pés, para que não se extravie o que é manco;antes, seja curado” (Hebreus 12: 12-13).

Para que com intrepidez possamos dizer:

“O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13:6).

por: Reverendo David Wilkerson

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