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RIO – Durante a campanha eleitoral de 2006, o então presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), Durval Rodrigues, gravou um momento de oração no seu gabinete. Dois deputados distritais – Leonardo Prudente e Júnior Brunelli -, que receberam propina das mãos de Durval, estavam na sala. Brunelli, pastor da Igreja Casa da Bênção, conduziu a reza.Brunelli, na oração, afirmou que Durval era uma bênção para eles, e pediu a Deus que o protegesse da ação de homens malignos e não deixasse que nada lhe acontecesse. Depois de uma rápida conversa, os três se levantaram e rezaram.
– Quero te agradecer, meu Deus, por estarmos aqui… Somos gratos pela vida do Durval, que é uma bênção em nossas vidas – disse Brunelli.
O deputado evangélico pede a Deus para proteger a vida de Durval e de seus familiares.
Após a oração, Prudente diz, numa referência ao conteúdo da reza:
– Que paulada!
Brunelli é dono de uma rádio comunitária, que funciona dentro de uma igreja. Pela legislação, é proibido concessão desse tipo de rádio para instituições religiosas.
Na conversa, antes da oração, Brunelli pede ajuda a Durval para enfrentar um problema político, mas não fica claro do que se trata.
– O que você pode nos ajudar? Eu sou vulnerável, não sou de chantagem. Mas preciso de instrumentos – diz.
Durval responde:
– Primeiro, temos que formar um grupo, um time, que começa com o Arruda.

Ameaças de Arruda
Governador José Roberto Arruda, durante sua defesa, partiu para o ataque, dizendo que revidaria qualquer decisão radical do partido.
Na tentativa de evitar sua expulsão sumária do DEM, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, partiu para a ofensiva, com ameaças de que revidaria qualquer ação radical da legenda. Arruda jurou inocência e disse acreditar que ainda tem condições de disputar a reeleição. O tom de ameaça acabou dividindo o DEM, que decidirá hoje à tarde o que fazer com seu único governador, acusado de comandar esquema de corrupção no Distrito Federal, o já chamado mensalão do DEM.
Protesto
Detalhe do protesto em frente à residência oficial do governador José Roberto Arruda: dinheiro na meia e panetones.
Manifestantes foram para a porta da residência oficial de Arruda, em Brasília, e com nariz de palhaço, panetone e cartazes protestaram contra o escândalo na capital federal.

Extra / Padom

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