O triunfo de Mohamed Morsi é o triunfo do Islã e com ele vem o medo de uma minoria cristã já maltratada e discriminada no Egito. No entanto em seu primeiro discurso Morsi insistiu que não faria distinções entre “muçulmanos e cristãos, homens e mulheres”, porque acredita que “todos são iguais perante a lei”.

Esta declaração de intenções foi vista pelos cristãos, mas muitos as consideram como apenas como “palavras bonitas”, pois acreditam que não contêm a verdade do que será o seu futuro.

Greiche Rafiq, porta-voz da Igreja Católica no Egito, disse que os cristãos estão “inseguros” com a vitória do Islâmico Mursi, e que as “bonitas palavras” que lhes dirigiu devem se tornar em “fatos”. Pois os cristãos têm sido vítimas de vários ataques por parte dos islamitas, que se intensificaram ainda mais após a chamada “primavera árabe” que precedeu a queda de Mubarak.

O jesuíta egípcio, Khalil Shamir, recordou do temor que os cristãos coptas têm sobre o estabelecimento da lei sharia.

Apesar das promessas do novo presidente islâmico para preservar a igualdade dos egípcios, a pratica falada de que essa suposta igualdade nunca existiu já que a situação tem permanecido da mesma maneira durante ao longo dos séculos em que o Islã tem governado o país.

Portal Padom

Traduzido e adaptado de Acontecer Cristiano por Portal Padom

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