Cristão continua pregando e Evangelho, após muçulmanos assassinarem a sua esposa

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Noticias gospelUm cristão continuará pregando o Evangelho, depois que sua esposa foi assassinada por um grupo de muçulmanos, como retaliação por falar de Jesus Cristo.

Muçulmanos fundamentalistas da aldeia de Kalam perto do distrito de Kibuku, lhe haviam advertido o casal que não falassem sobre a Salvação em Jesus. Mas eles não fizeram caso e continuaram pregando o Evangelho para todas as pessoas.

A decisão do casal cristão de continuar anunciando a mensagem do eterno, não deixou os muçulmanos felizes, e foram até a casa deles para mata-los.

George Mwanika, não estava em casa quando o grupo de muçulmanos foram a noite em sua busca. Sua esposa Mamwikomba, mãe de oito filhos, abriu a porta e os enfurecidos islamistas a removeram a força e a golpearam cruelmente, segundo a publicação Morning Star News.

“Teu esposo tem seguido a religião de seu irmão, e já lhe havíamos advertido que parassem com isso, mas não deram atenção a nossa mensagem”, disse o grupo a mulher. O irmão de George também foi assassinado também por pregar o Evangelho a alguns eruditos do Islã.

A filha de 13 anos de idade do casal disse: “A multidão arrastou nossa mãe para fora de casa, ela gritou e gritou por socorro, mas ninguém interveio.” Mais tarde, seu marido e alguns vizinhos a encontraram cerca de 100 metros de sua casa. Ela estava sangrando, mas ainda viva, infelizmente morreu enquanto estava sendo levada para um hospital.

Sei que os agressores estavam procurando por mim“, disse George Mwanika, após o incidente. “Estamos buscando a proteção de Deus e sua paz. Que Deus me dê coragem para continuar compartilhando o amor de Cristo aos que estão perecendo, como Jesus disse que devemos amar os nossos inimigos.”

George decidiu continuar seguido em frente afrontando todas suas dificuldades com a ajuda do Senhor. Sabemos que “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam ao Senhor”, disse ele citando Romanos 8:28.

Uganda é um país com maior população cristã, no entanto, algumas regiões são dominadas pelos muçulmanos radicais, onde a perseguição cada vez mais está crescendo.

“Nós realmente precisamos de orações”, disse George Mwanika.

Portal Padom

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