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Crescimento do mercado ilegal de cópias e distribuição de produtos não licenciados alerta para a necessidade de um choque de honestidade no meio evangélico.A enormidade de sites exclusivamente dedicados ao download ilegal de música gospel é uma demonstração de que parcela considerável dos crentes brasileiros não apenas tomam parte do crime da pirataria, mas criam, eles próprios, estruturas destinadas à distribuição de conteúdo evangélico roubado. Sim, há sempre o atenuante de que o consumidor deste tipo de música não é, necessariamente, crente. Assim como não o é boa parte da música comercializada com este rótulo. Contudo, quando se constata o crescimento descontrolado de sites dedicados ao acesso ilegal a literatura cristã, percebe-se estar diante de uma mudança radical no padrão ético médio do evangélico brasileiro.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), houve um aumento de 140%, em menos de três meses, no número de denúncias. Que o diga o pastor Ciro Zibordi, autor do bestseller Erros que os adoradores devem evitar (CPAD). Em recente artigo publicado em seu blog (cirozibordi.blogspot.com), ele admoesta o povo de Deus acerca do pecado inerente a essa atividade. O próprio autor é vitima do crime. Basta digitar o título de seu livro no buscador google e observar a profusão de links disponibilizando cópias ilegais de suas obras… Sem que ele sequer saiba e, muito menos, tenha autorizado.
Como não poderia deixar de ser, o artigo gerou muita polêmica. Zibordi esgota argumentos legais e bíblicos sobre o assunto. Mas que tipo de crente cometeria um crime, ou seja, pecaria, com o objetivo de obter um livro de ensinamentos cristãos? Pois no fórum do artigo não foram poucos os evangélicos se manifestando em apoio a essa prática insidiosa. Entre os que se manifestaram a favor da pirataria, contamos alguns sinceros enganados, mas a maioria apresentou justificativas descabidas, como a de que o crime não está em fazer cópias, mas na obtenção do lucro. Há quem aponte o elevado preço dos livros, reivindique o direito de acesso à educação e até combata o comércio de obras baseadas na Palavra de Deus. Claramente, a lei não descriminaliza a cópia sem o objetivo de lucro, mas tão somente penaliza mais quem obtém dividendos sobre a propriedade de terceiros. Portanto, em todos os casos, cópia não autorizada de obra alheia, salvo as que jazem em domínio público, é crime, e pronto.
Alguns blogueiros conhecidos já manifestam a intenção de pôr adiante uma campanha no sentido de livrar, ao menos, a web cristã dessa praga que não poderia ter lugar, jamais, em nosso meio. Pirataria é pecado contra Deus (I Co 6.12; 11.23,31). E no caso dos livros cristãos, quem a pratica está prejudicando um irmão em Cristo. Autores, editores e gráficas sofrem prejuízo; e irmãos na fé perdem seus empregos. Isso, sem falar que a disseminação de estudos sobre a Palavra – ferramenta importante no anúncio do Reino – fica prejudicada.

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Cristianismo Hoje / Padom

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