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O conflito, grande prova de fogo da Síria para a tolerância religiosa

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conflito-Síria-religiosaO conflito na Síria desafia as relações de amizade forjadas durante séculos entre seguidores de diferentes religiões. O jornalista do jornal russo RT Maruricio Ampuero, revela o porquê os cristãos sunitas e xiitas acreditam que esta guerra os tem unido mais.

Segundo a população local, os bombardeios de um dos bairros cristãos de Damasco ultimamente tem se multiplicado, registrando mais de cem até agora neste mês. Neste local, vivem praticantes de distintas religiões, não somente cristãos, tanto católicos como ortodoxos, mas também muçulmanos.

Em meio ao caos da guerra, a calma reina entre um grupo de homens de diferentes religiões reunidos em torno de um jogo de tabuleiro, porque dizem que a guerra afeta a todos, não importa com a religião que as pessoas professem.

Diante da pergunta de se a Síria esta sendo alvo também de um guerra religiosa, os homens respondem, enquanto continuam brincado, que “todos somos sírios, síros sunitas, sírios xiitas, sírios cristãos e durante a guerra (o sentimento de união) se reafirma mais porque defendemos a Síria, não a nossa religião em particular”.

No entanto, o conflito põe em prova esta união. Exemplo disso é o fato de que em Maalula, uma cidade ao noroeste de Damasco, vivem em sua maioria cristãos sírios, os quais perderam suas casa. A guerra chegou ao seu povoado e a suas igrejas. Nelas agora se refugiam os terroristas islâmicos que os atacaram, assegurando que eles fazem simplesmente por estratégia militar.

Para Gregório III, patriarca de Antioquia e todo o oeste de Alexandria e Jerusalém, o que esta acontecendo em Maalula sinaliza uma linha vermelha que não deve ser ultrapassada. “Não se pode atacar todo um povo pela sua religião“, diz ele.

Para o sunita Firas Naaimeh, “estão tentando criar a imagem de uma Síria em que todos estão em conflito, mas as pessoas tem consciência suficiente de que a convivência religiosa no país existe deste muito tempo”.

Reunidos junto ao seu jogo de tabuleiro, este grupo de amigos afirma que a guerra lhe ensinou a unir-se ainda mais. No entanto, seguiram separando cada dia para participar de cerimônias de sua religião em particular.

Portal Padom

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