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Um protesto em Adelaide, Austrália, não terminou bem para os evangélicos que tentaram
impedir uma manifestação de gays. Procurando encenar um casamento em público no final de uma passeata contra a
homofobia, cerca de 100 casais homossexuais foram interrompidos por um grupo que
empunhava cartazes, faixas e gritava versículos bíblicos. O protesto condenando a homossexualidade foi organizado pela igreja Adelaide Street. Em
meio à confusão, denúncias de agressão de ambos os lados. Uma cadeirante gay acusa um
dos cristãos de tê-la derrubado da cadeira. Os membros da igreja afirmam que tiveram
suas faixas rasgadas. A polícia foi chamada para intervir. Falando em nome da organização gay, Jason Virgo afirmou: “Um pequeno grupo de cristãos radicais veio com cartazes dizendo que Deus nos odeia. Não deveria existir
cartazes juntando ‘Deus’ e ‘ódio’… Hoje é o Dia internacional contra a homofobia e eles vieram até nós dizendo coisas homofóbicas. É uma falta de respeito… Nunca iriamos até a igreja deles atrapalhar o que eles fazem por lá”. Damien Gloury, falando em nome da igreja: “Fomos atacados e apanhamos porque proclamamos a mensagem cristã. Estamos apenas citando a Bíblia e ela diz que
homossexualidade é pecado… Amamos as pessoas, pode parecer que as estamos condenando, mas não, estamos apenas pregando a Bíblia”. Sue Wickham, pastora da igreja Uniting, tentou conciliar os dois grupos, lembrando aos
evangélicos que Deus é amor e o pecado é a separação de Deus. Ao que um dos cristãos
respondeu, citando uma passagem da Bíblia, 1 João 3:4: “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei”. Um representante da polícia local que tirou alguns cristãos da rua para garantir a segurança deles. Ninguém foi preso.

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