melhor gayTodos os artigos sem assinatura sobre o tema de capa desta edição foram escritos por mim, com oração e temor do Senhor. Meu nome não aparece porque a autoria deles está implícita no expediente.Redijo esta nota suplementar porque desejo que todos os leitores saibam que eu carrego dentro de mim um potencial pecaminoso igual ao de todas as outras pessoas. Pelo fato de ser heterossexual não sou melhor que os homossexuais. Também não estou isento de tentações na área sexual. O que eu tenho deixado bem claro em conversas com homossexuais ou em palestras sobre a homossexualidade é que a conduta que Deus exige do homossexual é a mesma que Ele exige do heterossexual e vice-versa. Ambos têm desejos que, à luz da Bíblia, não devem ser satisfeitos. O compromisso cristão assumido voluntária e conscientemente obriga o heterossexual a negar-se a si mesmo quando os desejos em direção contrária se manifestam. Se ele é solteiro, viúvo ou separado, obriga-se a não ter nenhuma relação sexual. Se é casado, obriga-se a ser fiel ao cônjuge. O mesmo padrão de comportamento obriga o que vive experiências homossexuais a superar a homossexualidade, a praticar a castidade, a fazer-se eunuco “por causa do reino dos céus” (Mt 19.12).

Declaro também que eu consigo me opor abertamente ao comportamento homossexual sem deixar de amar gays e lésbicas. No passado remoto, talvez não fosse assim, mas hoje é.

O homem e a mulher, o jovem e o adulto, o hetero e o homossexual, o solteiro e o casado, o pastor protestante e o padre católico, nós que assinamos os artigos desta edição e nossos queridos leitores — só conseguiremos esse nível de comportamento pela graça de Deus, pelo exemplo de Jesus e pelo poder do Espírito Santo!

Elben M. Lenz César

impacto/padom.com

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