Cabo Daciolo apresenta provas ao TSE que as urnas eletrônicas podem ser fraudadas

O candidato a presidência Cabo Daciolo, apresentou ao TSE ‘provas concretas’ de que as urnas eletrônicas são fraudáveis. “Esta eleição será no voto de cédulas", afirma.

Cabo Daciolo, acredita que será eleito no primeiro turno

Cabo Daciolo, candidato a Presidente do Brasil pelo Patriota, na tarde da última terça-feira, protocolou um pedido para que sejam usadas novamente nas eleições deste ano, as antigas cédulas de papel.

Acompanhado por sua vice, Suelene Balduíno, ele foi até a sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com um documento, que ele afirma comprovar que existem fraudas nas urnas eletrônicas.

O momento em que ele foi ao TSE, ele transmitiu ao vivo pelas redes sociais, o momento em que ele pediu para que fosse entregue o documento a presidente do TSE a ministra Rosa Weber, no entanto foi encaminhado para a secretaria administrativa, onde protocolou o pedido.

A peça cita o artigo 59, da lei 9.504/1997 (Lei das Eleições), que diz que o TSE pode, em casos excepcionais, determinar a votação usando as cédulas no lugar das urnas.

Após protocolar o pedido, Daciolo disse que “A ministra Rosa Weber vai colocar em prática o que está na lei federal das eleições, no artigo 59. Tenho certeza que esta eleição será no voto de cédulas. Pode até atrasar a eleição uma semana, mas ela não vai acontecer nas urnas eletrônicas. Se não for em cédula a nação brasileira ficará em casa e ninguém vai votar. O Supremo derrubou o voto em cédulas de forma completamente equivocada, seguindo os interesses dos iluminatis e da maçonaria, que querem enganar o povo”.

Ele afirma que existem “provas concretas” de que as eleições por meio de urnas eletrônicas são “fraudulentas e forjadas”.

Ele disse ainda que esteve em março com um professor do departamento de tecnologia da USP que foi no Senado “… ele afirmou com todas as letras, para todo mundo ouvir, que as urnas eletrônicas podem ser fraudadas. Então é obrigatório que sejam usadas as cédulas. O povo não aguenta mais ser enganado”.

Em junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 8 votos a 2, impedir a adoção do voto impresso nas eleições de 2018. O voto impresso foi definido pelo Congresso Nacional na minirreforma eleitoral de 2015 e deveria começar a ser implementado em 5% das urnas, ao custo de R$ 57 milhões. Entre os ministros que votaram para impedir o voto impresso está Rosa Weber, presidente do TSE. Apenas Gilmar Mendes e Dias Toffoli defenderam a medida.

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