O sexo promove inúmeras mudanças físicas e químicas no organismo. Durante a excitação, ocorre um aumento da liberação de hormônios sexuais (estrógeno na mulher e testosterona no homem) e de adrenalina, preparando o indivíduo para o ato sexual. Frente a esta elevação química, a circulação sangüínea aumenta, o coração dispara, os pêlos eriçam, a pele enrubesce e a região genital se dilata (pela grande concentração de sangue), ocorrendo o inchaço vaginal na mulher e a ereção no homem.Com o aumento da excitação, outra substância começa a agir no organismo: a endorfina, que é responsável pela sensação de prazer e satisfação. A liberação máxima desta substância corresponde ao orgasmo, momento no qual todas as células nervosas do cérebro “descarregam” seu conteúdo, promovendo um estado de relaxamento físico total. Na mulher, durante o orgasmo, também ocorre a liberação de um outro hormônio chamado ocitocina, que promove a contração do útero.
Todas estas mudanças permitem considerar o sexo como uma atividade física que, embora não traga os mesmos resultados corporais de exercícios feitos em academia, é bastante prazerosa e faz muito bem ao corpo, uma vez que:
– ativa a circulação sangüínea;
– trabalha a musculatura pélvica (relacionada aos músculos da bexiga, ânus, pênis e vagina), permitindo um maior controle do órgão sexual e, com isso, gerando mais prazer;
– deixa a pele mais viçosa;
– melhora a qualidade do sono, e;
– alivia as dores de cabeça, reumáticas e menstruais.

O prazer sexual também é fundamental para o bem estar psíquico, pois é capaz de aliviar tensões, combater o estresse, aumentar a auto-estima, o ânimo e o bom humor, deixar as pessoas mais felizes consigo e com os outros, relaxar e promover uma sensação de prazer incomparável.
Portanto, o sexo, quando praticado de maneira saudável e responsável, contribui grandemente para o bem estar físico e emocional do indivíduo.

Fonte(s): • Perozim, L. www.saude.terra.com.br; Notícias Terra – Vida e Saúde; fev./2004.

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