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Diversas formas de intolerância religiosa praticadas constantemente no País foram criticadas, ontem, pelo líder do Governo na Alepe, deputado Isaltino Nascimento (PT), na reunião plenária. Na ocasião, o deputado convidou a todos para participar, hoje, às 9h, de uma audiência pública, no auditório da Casa, que debaterá o tema. A iniciativa partiu do petista e tem como objetivo discutir alternativas de avançar no combate à intolerância religiosa, principalmente contra os adeptos dos cultos afrobrasileiros. O encontro reunirá representantes do movimento negro, de praticantes das religiões de matriz africana e autoridades dos Governos estadual e municipal.
“O Brasil ainda é um país muito preconceituoso. Foi, inclusive, um dos últimos a instituir a abolição da escravatura”, lembrou o parlamentar. “As manifestações culturais dos negros no País tiveram que passar por algumas mudanças para serem aceitas. Falo isso porque ainda passamos por inúmeras intolerâncias religiosas no Brasil. Esse é o elemento formal, previsto na Constituição Federal, mas que não é cumprido”, acrescentou.
Isaltino Nascimento lamentou que, em pleno século XXI, “o Candomblé e a Ubanda sejam chamadas, perjorativamente, por muitos, de xangô ou macumba”.
O parlamentar fez questão de frisar que a população vivencia, cotidianamente, o preconceito religioso. “Não podemos mais permitir esse tipo de preconceito”, salientou. Exemplo recente dessa discriminação, segundo Nascimento, foi o episódio recente, ocorrido na Praia do Paiva, Litoral Sul, em que foi destruída uma imagem de Iemanjá. “Uma atitude absurda, que tenta negar as possibilidades religiosas além de católicos ou evangélicos”, criticou, afirmando que é necessário que ter a compreensão do respeito às diversas religiões e crenças.
Em apartes, o deputado Pedro Eurico (PSDB) concordou com Nascimento e destacou que não se pode permitir a intolerância religiosa em pleno século XXI. Terezinha Nunes (PSDB), Nadegi Queiroz (PMN) e Luciano Moura (PCdoB) também elogiaram o pronunciamento do deputado e ressaltaram que, apesar de todos os avanços, o Brasil ainda é um País muito preconceituoso.

fisepe/padom

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