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Assista a entrevista em que Vitor Belfort se emociona ao falar de sua irmão desaparecida

O “Fenômeno” Vitor Belfort, lutou neste ultimo sábado (14), no UFC 142, ele abateu Anthony Johnson ainda no primeiro round, numa luta eletrizante.

Antes da luta, sua esposa Joana Prado, a ex-Feiticeira, que atualmente é evangélica, fez uma oração para que seu marido Vitor Belfort ganhasse a luta.

Durante uma entrevista após o combate, Belfort não conseguiu segurar a emoção, e com uma voz embargada ele disse: “Bom é …a questão dos desaparecidos é uma morte diária pra quem vive disso, não existe nome quando uma mãe e um pai perde um filho. Quando o filho perde uma mãe ele é órfão, mas quando uma mãe um pai perde um filho, não existem palavras para descrever esta dor.

O lutador entrou no octógono com um cartaz direcionado a pessoas desaparecidas, com destaque para a própria irmã.

O atleta comentou sobre a importância do disque denúncia para encontrar pessoas desaparecidas, e incentiva as pessoas a denunciarem e não terem medo se tiver alguma informação que leva a algum desaparecido.

“Então acho que a gente ter solidariedade, de poder divulgar qualquer ato que seja, os desaparecidos são mais de 250 milhões de desaparecidos por ano em nosso país, nos Estados Unidos, são muitos os desaparecidos. Então às vezes as pessoas têm medo de fazer uma ligação, o disque denuncia é muito importante. Então acho que o povo tem que ser solidário…”, diz Belfort

Ele também comentou sobre a importância do UFC e o MMA para a sociedade e acredita que atraves deste esporte possa ser levantada a bandeira por “causas, que não tem preço”.

“Eu acredito no nosso povo brasileiro, de que, através deste esporte, homens de caráter vão poder influenciar a sociedade, homens como Toquinho que falou que passou fome, e Jose Aldo que dormiu na academia, e por ai vai, pessoas que passam dificuldades. Então esse esporte vai trazer uma possibilidade para gente poder levantar bandeiras de causas, que não tem preço.”

Ele finaliza a entrevista dizendo: “Então para toda aquela família, que passa por dificuldade de desaparecidos, tenham fé, não desistam nunca. Deus é Fiel!”

Assista a entrevista abaixo:

Entenda o desaparecimento de Priscila Belfort

Priscila Vieira Belfort (Rio de Janeiro, 1974) é uma ex-funcionária pública e ex-universitária brasileira.

Priscila Belfort é irmã do lutador de MMA Vitor Belfort e cunhada da modelo Joana Prado, a Feiticeira, tinha namorado e trabalhava como funcionária pública na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, no centro do Rio de Janeiro.

No dia 9 de janeiro de 2004, dia do desaparecimento, aos 29 anos, Priscila acordou indisposta e resolveu pegar uma carona com a mãe, Jovita Belfort, até o trabalho. A jovem entrou no trabalho e saiu horas mais tarde, sozinha, dizendo aos colegas que ia almoçar. Foi a última vez que Priscila foi vista.

A demora em voltar para casa deixou sua família desesperada, que só admitiu o desaparecimento após divulgar fotos dela dois dias depois no site do irmão do lutador.

Não houve nenhum pedido de resgate. Nos meses seguintes, os parentes levantaram várias possibilidades para o sumiço, inclusive algum tipo de confusão mental. Segundo a família, ela já havia sofrido lapsos de memória no passado, mas nunca a ponto de perder o contato com os parentes.

Embora a polícia trabalhe com a hipótese de homicídio e não de sequestro, já que nunca houve um pedido de resgate, a família de Vitor acredita que Priscila esteja viva.

Campanha

Desde 2004, Vítor e Joana aproveitaram sua exposição na mídia para divulgar amplamente o caso e tentar conseguir pistas do paradeiro de Priscila.

A família criou uma campanha que estampou camisetas com retratos de Priscila e espalhou 30 fotos gigantes da jovem pela cidade, sempre pedindo que as pessoas repassassem qualquer informação sobre a jovem para os telefones do Disque-Denúncia. O apelo continua até hoje nas páginas iniciais dos sites de Joana e Vítor.

A campanha fez a polícia receber milhares de telefonemas com denúncias, mas nenhuma produziu uma pista concreta que levasse a Priscila.

Linha Direta

Na noite do dia 28 de junho de 2007, numa edição do programa “Linha Direta”, da TV Globo, dedicada ao caso, o namorado de Priscila, que preferiu não aparecer, disse acreditar que ela teria fugido. “Eu acho que ela foi para algum lugar com as próprias pernas”, afirmou. A mãe, Jovita, afirma que não crê na possibilidade de fuga.

Em 8 de agosto de 2007, uma mulher confessa à Polícia do Rio de Janeiro, que matou Priscila com outros quatro comparsas, no mesmo dia, horas depois do sequestro, mas na suposta cova apontada por ela, não foram encontrados ossos humanos.

Portal Padom

Com informações Terra e Wikipédia 

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