Dois anos. Esse é o maior período de tempo que um casal tem até que a emoção do novo passe. Não é que não haja nenhuma atração, mas a fisiologia de uma pessoa muda, e estar “apaixonado” não é mais tão bom. E ai pode começar as brigas no casamento.

A norepinefrina e a feniletilamina são as culpadas. Esses hormônios nos fazem hiperfocar na pessoa por quem somos atraídos. Sentimos uma sensação de euforia ao pensar neles (via dopamina). É um fenômeno físico fantástico – e necessário – já que inicialmente nos relacionamos com nossos parceiros.

Terapeutas, pesquisadores e pastores concordam – o amor é cego. Basta olhar para as diferenças de tópicos entre aconselhamento pré-matrimonial e terapia de casais! Mas nossos corpos não podem sustentar a emoção para sempre. É inevitável; a alegria diminui.

Casais nos primeiros estágios de seu relacionamento olham para além das diferenças gritantes (e dos problemas potenciais) devido à atração inicial um pelo outro. Não é um erro que aqueles que namoram mais de três anos antes de se casarem sejam os mais propensos a ficarem juntos – seus olhos ficam claros conforme os hormônios do “amor” se nivelam.

Talvez você esteja em um novo relacionamento e haja algumas conversas que você precisa ter com seu parceiro. Ou talvez você seja casado há muito tempo e seja capaz de se identificar com alguns desses postos-chaves das contendas matrimoniais.

2. Feriados e visitas à família

Quem? O que? Quando? Onde? Essas quatro pequenas palavras interrogativas causam grandes discussões entre os casados. Podemos ficar perdidos nos detalhes e oprimidos pela pressão para agradar nossa família – tanto que esquecemos o que significava “partir e nos unir” em primeiro lugar.

Quais avós ganham o Natal com as crianças? Quanto tempo vamos ficar com a tia Susie? E se incomodarmos os sogros? Para onde fomos da última vez… É justo?

Um casal que conheço parou de hospedar completamente. Em vez de discutir os detalhes com suas famílias, eles pararam ao abrir sua casa nas férias. Eles estavam exaustos – principalmente por brigarem uns com os outros e devido ao estresse do entretenimento. Se eles estavam certos ou errados naquele momento de decisão, era doloroso sacrificar o tempo de qualidade gasto com a família.

Brigas durante feriados e visitas podem ser evitadas. Com um pouco de planejamento prévio, alguns limites rígidos e muita conversa honesta, os casais podem economizar paciência (e sua sanidade) para questões mais urgentes.