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Lisboa, – A inexistência de alma imortal ou a impossibilidade de intercessão pelos mortos são os argumentos de adventistas e evangélicos para justificar a recusa de práticas religiosas em torno da memória dos fiéis defuntos.Ao contrário de católicos, judeus, muçulmanos, hindus, ortodoxos, baha’is e budistas, os fiéis daqueles credos não têm a tradição de rezar pela alma dos defuntos, o que não quer dizer que não respeitem a dor da separação.
É o que defende a Igreja Adventista do Sétimo Dia, onde se “ora mais pela dor dos que ficam”, pois “não tem qualquer sentido rezar ou celebrar a memória dos defuntos”, disse à Lusa o pastor Artur Machado.

Expresso Pt/Padom

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